{"id":997,"date":"2023-08-17T08:00:00","date_gmt":"2023-08-17T07:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bs.xl.pt\/branded-content\/?p=997"},"modified":"2023-07-31T14:15:05","modified_gmt":"2023-07-31T13:15:05","slug":"o-tempo-nao-espera","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bs.xl.pt\/branded-content\/noticias\/o-tempo-nao-espera\/","title":{"rendered":"O Tempo N\u00e3o Espera"},"content":{"rendered":"\n<p>Contar hist\u00f3rias aparece na evolu\u00e7\u00e3o humana como um acto essencial para a nossa sobreviv\u00eancia, uma forma de partilha de sabedoria, de constru\u00e7\u00e3o de uma identidade individual e colectiva, uma forma de nos conectarmos emocionalmente. As hist\u00f3rias permitem-nos viajar no tempo, mergulhar no passado e projectar futuros.<\/p>\n\n\n\n<p>Talvez amemos tanto ouvir uma boa hist\u00f3ria porque elas despertam emo\u00e7\u00f5es \u201cverdadeiras\u201d no nosso c\u00e9rebro, estimulam a nossa imagina\u00e7\u00e3o, transportam-nos para mundos onde vivemos os maiores medos e os maiores amores sem sairmos do mesmo lugar. Hist\u00f3rias s\u00e3o como sonhos, fragmentos da nossa humanidade que se estilha\u00e7am no tempo e na expans\u00e3o do universo.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando nos vemos reflectidos numa hist\u00f3ria e nos identificamos com uma personagem, experimentamos uma sensa\u00e7\u00e3o de pertencimento e compreens\u00e3o. Outras vezes somos transportados por universos que nos fazem fugir da nossa realidade. Seja como for, uma boa hist\u00f3ria estimula os nossos sentidos, a tal ponto que pensamos que somos n\u00f3s pr\u00f3prios que estamos a viver aquele beijo, aquela morte, dor ou momento de gl\u00f3ria. Como \u00e9 belo, enquanto seres humanos, sabermos que existe uma forma de podermos realmente inspirar, motivar, criar espa\u00e7o para a transforma\u00e7\u00e3o ou simplesmente para arrancar uma l\u00e1grima travada ou um sorriso a algu\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p>Afinal de contas, sabendo n\u00f3s deste tamanho poder, porque ser\u00e1 que ainda existe tanto medo por parte das marcas de se aventurarem mais profundamente em contar hist\u00f3rias? Falo de hist\u00f3rias que marquem.<\/p>\n\n\n\n<p>No outro dia, em conversa com uma amiga, question\u00e1vamo-nos, porque ser\u00e1 que quem pode decidir por onde uma marca quer, ou deve, caminhar age tantas vezes com medo? Ser\u00e1uma forma de proteger o espa\u00e7o conquistado? Ser\u00e1 um acto de tentativa de garantia de sobreviv\u00eancia? Ser\u00e1 um medo do desconhecido? Ser\u00e1 o medo de fracassar ou de rejei\u00e7\u00e3o? Ser\u00e1 uma heran\u00e7a e cren\u00e7a cultural que est\u00e1 a moldar a forma de agir?<\/p>\n\n\n\n<p>Eu sei\u2026 \u00e9 desconfort\u00e1vel sairmos do nosso c\u00edrculo de seguran\u00e7a. Mas com tanto conforto que hoje vivemos, ainda h\u00e1 tanto medo\u2026 porqu\u00ea?<\/p>\n\n\n\n<p>Mas agora imaginem o poder que as marcas t\u00eam nas m\u00e3os, nomeadamente em Portugal, se verdadeiramente se aventurassem e trouxessem at\u00e9 si a responsabilidade de transformar a nossa sociedade nas quest\u00f5es que nos s\u00e3o essenciais!<\/p>\n\n\n\n<p>Se n\u00f3s enquanto seres individuais e pequenos colectivos podemos revolucionar o que for, imaginem o que as marcas poderiam estar a fazer hoje com todos os recursos que t\u00eam dispon\u00edveis. Imaginem chegar l\u00e1 na frente e olhar para tr\u00e1s e ter hist\u00f3ria enquanto marca que realmente se cruza com a hist\u00f3ria da transforma\u00e7\u00e3o de uma sociedade por inteiro. Imagem poder dizer de verdade, que al\u00e9m de serem uma empresa de sucesso porque s\u00e3o sustent\u00e1veis e at\u00e9 d\u00e3o lucro, tamb\u00e9m p\u00f5em em primeiro lugar os mais altos valores humanos!<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o falo em meramente comunicar que fazem \u201cgrandes coisas\u201d pela humanidade e pelo planeta, falo em contar hist\u00f3rias que inspiram, que t\u00eam o potencial de nos fazer pensar pela pr\u00f3pria cabe\u00e7a, falo em emocionar, chorar, rir, mas sempre com um prop\u00f3sito nobre por detr\u00e1s.<\/p>\n\n\n<\/div><div class=\"uk-container uk-margin-medium\"><div class=\"image-interstitial uk-inline\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/bs\/uploads\/sites\/148\/2023\/07\/3_Getty-1199435181-1200x630.jpg\" alt=\"O Tempo N\u00e3o Espera | Branded Content\" loading=\"lazy\" \/><\/div><\/div><div class=\"uk-container uk-container-small\">\n\n\n\n<p>Sim\u2026 as marcas querem vender, t\u00eam de vender para existir, mas cada vez mais o escrut\u00ednio sobre como a marca age no mundo ser\u00e1 perscrutado e n\u00f3s enquanto sociedade estamos cada vez mais atentos. Talvez esteja na hora de largar o medo, n\u00e3o?\u2026 Para qu\u00ea perder mais tempo, minhas queridas marcas\u2026<\/p>\n\n\n\n<p>E a tal coragem? Ingrediente vital para conseguirem a grandeza que tanto querem alcan\u00e7ar. \u00c9 sendo corajosas que ir\u00e3o quebrar barreiras, desafiar limites e criar um impacto significativo no mundo. Sejam corajosas ao expressar um posicionamento mediante temas essenciais da nossa sociedade, expandam as vossas ideias, assumam riscos calculados, mas n\u00e3o deixem de experimentar novos caminhos. Tenham a ousadia de ser aut\u00eanticas, de levantar a voz em prol de causas justas. Lembrem-se de que \u00e9 na coragem que reside o poder de inspirar e motivar na busca por um futuro melhor. N\u00e3o deixem o medo vos paralisar. Sejam corajosas, fa\u00e7am a diferen\u00e7a e deixem a vossa marca no mundo.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Branded content<\/em>? Est\u00e1 aqui, nas vossas m\u00e3os, nas nossas m\u00e3os\u2026 no fundo somos animais contadores de hist\u00f3rias. Resta saber que hist\u00f3rias queremos contar e que legado queremos deixar, porque o tempo n\u00e3o espera por nenhum de n\u00f3s.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><em>Branded content<\/em>? \u00c9 melhor come\u00e7armos pelo in\u00edcio\u2026 Hoje, j\u00e1 com meia d\u00fazia de anos de vida\u2026 parece-me claro, que n\u00f3s, seres humanos, desde o primeiro inspirar at\u00e9 ao \u00faltimo expirar, pensamos em hist\u00f3rias, somos colectores de momentos, editores de mem\u00f3rias.<\/p>\n","protected":false},"author":29,"featured_media":1000,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[22,157,154],"class_list":["post-997","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-branded-content","tag-historias","tag-mario-patrocinio"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/branded-content\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/997","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/branded-content\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/branded-content\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/branded-content\/wp-json\/wp\/v2\/users\/29"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/branded-content\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=997"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/branded-content\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/997\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1042,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/branded-content\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/997\/revisions\/1042"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/branded-content\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1000"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/branded-content\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=997"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/branded-content\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=997"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/branded-content\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=997"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}