
{"id":600,"date":"2026-01-28T09:00:00","date_gmt":"2026-01-28T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bs.xl.pt\/climate-change-talks\/?p=600"},"modified":"2026-02-23T16:50:04","modified_gmt":"2026-02-23T16:50:04","slug":"novo-centro-da-fidelidade-reforca-acao-climatica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bs.xl.pt\/climate-change-talks\/cobertura\/novo-centro-da-fidelidade-reforca-acao-climatica\/","title":{"rendered":"Novo centro da Fidelidade refor\u00e7a a\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica"},"content":{"rendered":"\n<p>Menos diagn\u00f3stico, mais a\u00e7\u00e3o. Esta foi a mensagem central do encontro anual do Impact Center for Climate Change (ICCC), promovido pela Fidelidade, que decorreu no T\u00e9cnico Innovation Center, em Lisboa. Num dia marcado pelo lan\u00e7amento de um estudo in\u00e9dito sobre o risco de inc\u00eandios florestais em Portugal e pelo debate sobre o papel da ci\u00eancia, das pol\u00edticas p\u00fablicas e das comunidades locais na a\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica, os especialistas defenderam que proteger pessoas, patrim\u00f3nios e territ\u00f3rios exige maior capacidade de antecipa\u00e7\u00e3o, redu\u00e7\u00e3o de vulnerabilidades e transforma\u00e7\u00e3o do conhecimento cient\u00edfico em decis\u00f5es concretas.<\/p>\n\n\n<iframe src=\"https:\/\/players.brightcove.net\/6108484330001\/ntrs34L9d_default\/index.html?videoId=6388710193112\" allowfullscreen=\"\" allow=\"encrypted-media\" width=\"1280\" height=\"720\" data-uk-responsive data-uk-video=\"autoplay: false\" loading=\"lazy\"><\/iframe>\r\n\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>ICCC quer transformar conhecimento em a\u00e7\u00e3o <\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Na abertura, Rog\u00e9rio Campos Henriques, CEO da Fidelidade, sublinhou que as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas s\u00e3o hoje \u201cum facto incontorn\u00e1vel\u201d, com fen\u00f3menos extremos mais frequentes e intensos, como ondas de calor, cheias, secas e inc\u00eandios, com impactos humanos, econ\u00f3micos e sociais crescentes. Perante este cen\u00e1rio, destacou que o ICCC \u201cn\u00e3o nasceu para repetir diagn\u00f3sticos\u201d, mas para \u201ctransformar conhecimento em decis\u00e3o e decis\u00f5es em a\u00e7\u00e3o\u201d, posicionando-o como uma plataforma de colabora\u00e7\u00e3o entre empresas, academia, entidades p\u00fablicas e comunidades.<\/p>\n\n\n<blockquote class=\"uk-margin-xlarge uk-container uk-container-xsmall\"><span uk-icon=\"icon: quote-right; ratio: 4.0\"><\/span><h3 class=\"uk-margin-remove-top uk-text-center uk-margin-small-bottom\">\u00c9 fundamental que o risco seja bem medido, com mais informa\u00e7\u00e3o e mais granularidade, para apoiar decis\u00f5es mais eficazes.<\/h3><footer><cite>Rui Esteves<\/cite><\/footer><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Neste contexto, o balan\u00e7o do primeiro ano de atividade e o roadmap do Centro at\u00e9 2026 foram apresentados por Rui Esteves e Tom\u00e9 Pedroso, col\u00edderes do ICCC. Tom\u00e9 Pedroso, Assessor da Comiss\u00e3o Executiva da Fidelidade e col\u00edder do ICCC, come\u00e7ou por recentrar o debate clim\u00e1tico nos dados cient\u00edficos, lembrando que 2024 foi o ano mais quente de que h\u00e1 registo e que a m\u00e9dia recente de temperaturas globais j\u00e1 ultrapassou, durante tr\u00eas anos consecutivos, o limiar de 1,5\u00baC face ao per\u00edodo pr\u00e9-industrial. Esses factos, frisou, \u201cproduzem consequ\u00eancias\u201d, traduzidas em perdas humanas e econ\u00f3micas cada vez mais significativas. <\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 Rui Esteves, Diretor Geral T\u00e9cnico N\u00e3o Vida e Vida Risco da Fidelidade e col\u00edder do ICCC, assumiu que a prioridade deste centro \u00e9 \u201cacelerar a a\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica\u201d atrav\u00e9s do desenvolvimento e da partilha de conhecimento aplicado. \u201c\u00c9 importante que o risco seja bem medido\u201d, afirmou, defendendo decis\u00f5es mais baseadas em evid\u00eancias e na exist\u00eancia de mais informa\u00e7\u00e3o, mais granular.<\/p>\n\n\n<blockquote class=\"uk-margin-xlarge uk-container uk-container-xsmall\"><span uk-icon=\"icon: quote-right; ratio: 4.0\"><\/span><h3 class=\"uk-margin-remove-top uk-text-center uk-margin-small-bottom\">O Impact Center for Climate Change n\u00e3o nasceu para repetir diagn\u00f3sticos, mas para transformar conhecimento em decis\u00e3o e decis\u00f5es em a\u00e7\u00e3o.<\/h3><footer><cite>Rog\u00e9rio Campos Henriques, CEO da Fidelidade<\/cite><\/footer><\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Gest\u00e3o dos fogos em destaque <\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A gest\u00e3o dos inc\u00eandios rurais esteve em destaque na interven\u00e7\u00e3o de Tiago Oliveira, presidente da Ag\u00eancia para a Gest\u00e3o Integrada de Fogos Rurais (AGIF), que comparou o desafio de reduzir os fogos a uma maratona que exige reformas estruturais e compromisso pol\u00edtico cont\u00ednuo. \u201cN\u00e3o basta falar de \u00e1rea ardida, \u00e9 preciso falar de risco em euros\u201d, afirmou, defendendo uma transi\u00e7\u00e3o consistente para um modelo centrado na preven\u00e7\u00e3o e na gest\u00e3o integrada do fogo. <\/p>\n\n\n\n<p>No fecho da interven\u00e7\u00e3o, Tiago Oliveira resumiu a l\u00f3gica de atua\u00e7\u00e3o da AGIF: \u201cum pequeno fogo apaga-se com os p\u00e9s, mas um grande inc\u00eandio apaga-se com a cabe\u00e7a\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Estudo integrado do risco de inc\u00eandio florestal <\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Um dos pontos altos do encontro anual foi o lan\u00e7amento do Estudo Nacional de Risco de Inc\u00eandios Florestais em Portugal (ver caixa), promovido pela Fidelidade. Na sua apresenta\u00e7\u00e3o, Jos\u00e9 Miguel Cardoso Pereira, cocoordenador do estudo, explicou que os instrumentos atualmente dispon\u00edveis \u201colham apenas para a perigosidade\u201d, deixando de fora \u201cas consequ\u00eancias e as potenciais perdas e danos\u201d, bem como uma abordagem prospetiva que integre cen\u00e1rios de altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, de uso do solo e de padr\u00f5es de igni\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O novo estudo pretende colmatar essas lacunas atrav\u00e9s de uma metodologia integrada, que cruza perigosidade, exposi\u00e7\u00e3o, vulnerabilidade e curvas de perda, produzindo mapas in\u00e9ditos de risco de alta resolu\u00e7\u00e3o, \u00e0 escala de 100 metros.<\/p>\n\n\n\n<p>Do lado da vulnerabilidade e das perdas, Domingos Xavier Viegas, correspons\u00e1vel pelo estudo, sublinhou que o risco de inc\u00eandio n\u00e3o se esgota na floresta: \u201cOs inc\u00eandios florestais s\u00e3o um problema que est\u00e1 connosco e que n\u00e3o vai desaparecer\u201d, alertou o acad\u00e9mico, destacando o impacto direto dos fogos sobre habita\u00e7\u00f5es, aldeias, a viabilidade do territ\u00f3rio e a seguran\u00e7a das pessoas. Conhecer melhor o risco, acrescentou, \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o essencial para prevenir, planear e apoiar decis\u00f5es p\u00fablicas e privadas mais informadas, promovendo uma partilha mais justa das responsabilidades entre cidad\u00e3os, Estado e setor segurador.<\/p>\n\n\n<div class=\"uk-inline\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/bs\/uploads\/sites\/193\/2026\/01\/domingos-xavier-viegas-1200x630.jpg\" alt=\"Novo centro da Fidelidade refor\u00e7a a\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica\" loading=\"lazy\" \/><\/div><p class=\"uk-hidden@s uk-text-small uk-text-muted uk-margin-small-top uk-margin-medium-bottom uk-text-left\"><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ci\u00eancia e pol\u00edticas p\u00fablicas <\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A articula\u00e7\u00e3o entre ci\u00eancia e pol\u00edticas p\u00fablicas foi tamb\u00e9m debatida num painel em que se sublinhou que o principal desafio na gest\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o do risco de fogos j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 sobretudo tecnol\u00f3gico e cientifico, mas de governa\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o e capacidade de integrar mais conhecimento cient\u00edfico na decis\u00e3o pol\u00edtica. A liga\u00e7\u00e3o entre risco f\u00edsico, decis\u00f5es socioecon\u00f3micas e prote\u00e7\u00e3o financeira foi tamb\u00e9m aprofundada na interven\u00e7\u00e3o de Maryam Golnaraghi, diretora de Clima e Ambiente da Geneva Association, com base no relat\u00f3rio Safeguarding Home Insurance. A especialista alertou para o agravamento do protection gap no seguro habitacional, num contexto em que as perdas econ\u00f3micas globais associadas a fen\u00f3menos clim\u00e1ticos extremos rondam os 100 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares anuais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Escala local e global <\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a import\u00e2ncia da escala local esteve em foco no painel dedicado \u00e0s comunidades, com representantes da C\u00e2mara Municipal de Lisboa, da Comunidade Intermunicipal do Oeste e do ICCC, que destacaram o papel das autarquias, da literacia de risco e da comunica\u00e7\u00e3o na redu\u00e7\u00e3o das vulnerabilidades do territ\u00f3rio e do edificado. <\/p>\n\n\n\n<p>O encontro incluiu ainda um painel dedicado ao apoio \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, com a apresenta\u00e7\u00e3o de projetos de mestrado financiados pela Fidelidade. <\/p>\n\n\n\n<p>No encerramento do encontro, Jorge Magalh\u00e3es Correia, Chairman da Fidelidade, recuperou a \u201cperspetiva orbital\u201d para defender uma vis\u00e3o sist\u00e9mica da a\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica. \u201cQuando se olha para a Terra do espa\u00e7o, ela n\u00e3o parece um conjunto de pa\u00edses, parece uma nave espacial\u201d, afirmou, lembrando que \u201cnesta nave n\u00e3o somos apenas passageiros, somos tamb\u00e9m tripulantes\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>O respons\u00e1vel defendeu que proteger n\u00e3o \u00e9 apenas indemnizar, mas reduzir a probabilidade e a severidade dos danos, sublinhando que o ICCC ser\u00e1 uma plataforma para transformar conhecimento em a\u00e7\u00e3o e refor\u00e7ar a preven\u00e7\u00e3o, constituindo parte da vantagem competitiva do setor segurador, que est\u00e1 no centro dos desafios do s\u00e9culo XXI.<\/p>\n\n\n<blockquote class=\"uk-margin-xlarge uk-container uk-container-xsmall\"><span uk-icon=\"icon: quote-right; ratio: 4.0\"><\/span><h3 class=\"uk-margin-remove-top uk-text-center uk-margin-small-bottom\">Nesta nave n\u00e3o somos apenas passageiros, somos tamb\u00e9m tripulantes.<\/h3><footer><cite>Jorge Magalh\u00e3es Correia, Chairman da Fidelidade<\/cite><\/footer><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Do risco de cheias \u00e0 seguran\u00e7a alimentar, da sa\u00fade respirat\u00f3ria ao jornalismo clim\u00e1tico, cinco bolseiras apoiadas pelo Impact Center for Climate Change mostram como a investiga\u00e7\u00e3o acad\u00e9mica pode gerar solu\u00e7\u00f5es concretas para mitigar e adaptar a sociedade \u00e0s altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas. <\/p>\n\n\n\n<p>O painel de apresenta\u00e7\u00e3o deu voz a projetos que cruzam ci\u00eancia, territ\u00f3rio e impacto social. Chaima Badri, mestranda em Geoci\u00eancias na Universidade do Minho, apresentou um estudo sobre o risco de cheias na regi\u00e3o do C\u00e1vado, focado na transforma\u00e7\u00e3o de dados dispersos em ferramentas operacionais de apoio \u00e0 decis\u00e3o, ao ordenamento do territ\u00f3rio e \u00e0 prote\u00e7\u00e3o civil. Na \u00e1rea da agricultura e da seguran\u00e7a alimentar, Clara Konrad investiga o papel da prolina (um amino\u00e1cido, um dos \u201ctijolos\u201d que formam as prote\u00ednas) como mecanismo de prote\u00e7\u00e3o das plantas ao stress t\u00e9rmico. J\u00falia Trancho, por sua vez, analisa os processos moleculares da reprodu\u00e7\u00e3o vegetal e a sua sensibilidade \u00e0s ondas de calor. Na \u00e1rea da sa\u00fade, Ana Baptista estuda o impacto ambiental dos inaladores usados no tratamento da asma, procurando alternativas mais sustent\u00e1veis. Por fim, Matilde In\u00eas analisa a cobertura televisiva das ondas de calor em Portugal, defendendo uma comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica clara e respons\u00e1vel para a prote\u00e7\u00e3o da sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n\n\n<div data-uk-grid class=\"featured-box uk-card uk-grid-collapse uk-margin\"><div class=\"uk-width-1-1\"><div class=\"uk-card-body\"><h3 class=\"uk-card-title\">FIRERISK@PT NA PREVEN\u00c7\u00c3O E COMBATE A INC\u00caNDIOS <\/h3>O Estudo FireRisk@PT, que envolve cinco centros de investiga\u00e7\u00e3o e mais de 20 cientistas, e que ir\u00e1 ser desenvolvido ao longo de dois anos, foi apresentado no encontro. O estudo prop\u00f5e uma abordagem cient\u00edfica inovadora ao risco de inc\u00eandio rural em Portugal, integrando perigosidade, exposi\u00e7\u00e3o, vulnerabilidade e impacto econ\u00f3mico, com um detalhe territorial sem precedentes e uma voca\u00e7\u00e3o clara para apoiar decis\u00f5es p\u00fablicas, privadas e individuais. Num pa\u00eds que est\u00e1 entre os mais expostos da Europa aos inc\u00eandios rurais e aos efeitos das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, o mapeamento existente continua centrado sobretudo na perigosidade, sem incorporar cen\u00e1rios clim\u00e1ticos futuros, mudan\u00e7as no uso do solo ou a real exposi\u00e7\u00e3o dos sistemas socioecon\u00f3micos.<br \/>\nO FireRisk@PT surge para colmatar essas lacunas atrav\u00e9s de uma abordagem probabil\u00edstica e prospetiva, com mapas de risco \u00e0 escala de 100m x 100m, integrando edif\u00edcios, infraestruturas, atividades rurais e popula\u00e7\u00f5es. Para Rui Esteves, co-coordenador do ICCC, \u201ccompreender como as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas v\u00e3o impactar a sinistralidade permite uma gest\u00e3o do risco mais justa e eficaz\u201d. O FireRisk@PT pretende apoiar decis\u00f5es mais informadas e contribuir para territ\u00f3rios mais seguros face aos desafios clim\u00e1ticos futuros.<\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>CINCO INVESTIGADORAS COM SOLU\u00c7\u00d5ES CONCRETAS <\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Cinco bolseiras apoiadas pelo Impact Center for Climate Change mostram como a investiga\u00e7\u00e3o acad\u00e9mica pode gerar solu\u00e7\u00f5es concretas para mitigar e adaptar a sociedade \u00e0s altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas. O painel de apresenta\u00e7\u00e3o deu voz a projetos que cruzam ci\u00eancia, territ\u00f3rio e impacto social. Chaima Badri, mestranda em Geoci\u00eancias na Universidade do Minho, apresentou um estudo sobre o risco de cheias na regi\u00e3o do C\u00e1vado, focado na transforma\u00e7\u00e3o de dados dispersos em ferramentas operacionais de apoio \u00e0 decis\u00e3o, ao ordenamento do territ\u00f3rio e \u00e0 prote\u00e7\u00e3o civil. Na \u00e1rea da agricultura e da seguran\u00e7a alimentar, Clara Konrad investiga o papel da prolina (um amino\u00e1cido, um dos \u201ctijolos\u201d que formam as prote\u00ednas) como mecanismo de prote\u00e7\u00e3o das plantas ao stress t\u00e9rmico. J\u00falia Trancho, por sua vez, analisa os processos moleculares da reprodu\u00e7\u00e3o vegetal e a sua sensibilidade \u00e0s ondas de calor. Na \u00e1rea da sa\u00fade, Ana Baptista estuda o impacto ambiental dos inaladores usados no tratamento da asma, procurando alternativas mais sustent\u00e1veis. Por fim, Matilde In\u00eas analisa a cobertura televisiva das ondas de calor em Portugal, defendendo uma comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica clara e respons\u00e1vel para a prote\u00e7\u00e3o da sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O lan\u00e7amento do Estudo Nacional de Risco de Inc\u00eandios Florestais em Portugal foi um dos pontos altos do evento anual do Impact Center for Climate Change, da Fidelidade. 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