{"id":208,"date":"2022-08-31T09:00:00","date_gmt":"2022-08-31T08:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/?p=208"},"modified":"2022-08-29T10:58:39","modified_gmt":"2022-08-29T09:58:39","slug":"de-vila-nova-de-poiares-a-gois","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/centro\/de-vila-nova-de-poiares-a-gois\/","title":{"rendered":"De Vila Nova de Poiares a G\u00f3is"},"content":{"rendered":"  <\/div><\/section><section class=\"section-youtube\">  <div class=\"uk-container\"><iframe width=\"1280\" height=\"720\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/uRuJIH7kJHg?showinfo=0\" frameborder=\"0\" allowfullscreen data-uk-responsive loading=\"lazy\"><\/iframe>  <\/div><\/section><section class=\"uk-section\">  <div class=\"uk-container uk-container-small\">\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">km 248<\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Vila Nova de Poiares \u00e9 amor \u00e0 primeira vista<\/h2>\n\n\n\n<p>O ponto mais ocidental da Nacional 2 conta uma hist\u00f3ria que vem de muito longe. Em terras da Chanfana, o desenvolvimento n\u00e3o renega os encantos naturais nem as tradi\u00e7\u00f5es de sempre.<\/p>\n\n\n\n<p>Recome\u00e7amos a nossa viagem e o olhar alcan\u00e7a bel\u00edssimas paisagens. J\u00e1 vimos tantas maravilhas, que custa a crer haver ainda tanto por descobrir. Mas h\u00e1. Curva ap\u00f3s curva, reta ap\u00f3s reta, ao <strong>quil\u00f3metro 242 entramos no munic\u00edpio de Vila Nova de Poiares<\/strong>, o qual, bem no centro do distrito, marca a fronteira entre o litoral e o interior do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos mais pequenos recantos l\u00eaem-se detalhes de antigas lendas, tradi\u00e7\u00f5es e dos povos que por aqui passaram. Os vest\u00edgios do seu povoamento remontam ao per\u00edodo Neol\u00edtico, como evidencia o <strong>D\u00f3lmen de S. Pedro Dias<\/strong>, localizado na serra com o mesmo nome. Os romanos tamb\u00e9m deixaram a sua marca (aqui passavam importantes vias militares), bem como os mu\u00e7ulmanos. J\u00e1 mais tarde, os seus caminhos eram percorridos por peregrinos e viajantes, sendo a <strong>Albergaria de Poiares<\/strong> referida desde 1258. Hoje, a tradi\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 o que era. Nas festas e romarias do Concelho, os usos e costumes continuam a transmitir-se com alegria. Como os visitantes s\u00e3o todos bem recebidos, ou n\u00e3o fosse a simpatia dos poiarenses uma das suas riquezas, porque n\u00e3o reservar j\u00e1 uns dias de agosto do pr\u00f3ximo ano para fazer a festa com eles?<\/p>\n\n\n\n<p>A inova\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento econ\u00f3mico <em>\u2013<\/em> aqui reside um dos maiores parques industriais da regi\u00e3o <em>\u2013<\/em> , harmoniza com a natureza, os costumes, o artesanato e a velha arte da pastor\u00edcia de cria\u00e7\u00e3o de gado caprino.<\/p>\n\n\n\n<p>A vila espraia-se na planura, entre serras e montes, e \u00e9 refrescada por tr\u00eas rios <em>\u2013<\/em> Mondego, Alva e Ceira. Depois de um passeio pelas ruas e de conversas com os locais, fomos convidados a visitar um monumento nacional: o <strong>Mosteiro de Santa Maria de Lorv\u00e3o<\/strong>. Este importante mosteiro, originalmente masculino e um dos mais antigos da Europa, foi centro de produ\u00e7\u00e3o de manuscritos iluminados no s\u00e9culo XII. Mais tarde, deu lugar a um mosteiro feminino da Ordem de Cister quando a Beata Teresa de Portugal, depois de ter tido tr\u00eas filhos com Afonso IX de Le\u00e3o, viu o matrim\u00f3nio ser anulado pelo Papa por consanguinidade. Foi o \u201cdesgosto de amor\u201d que a fez regressar e viver no mosteiro at\u00e9 \u00e0 sua morte. Entre os tesouros que aqui pode encontrar, est\u00e3o os t\u00famulos de prata de Santa Teresa e Santa Sancha, netas de D. Afonso Henriques.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 que aproveitar para provar os <strong>Past\u00e9is de Lorv\u00e3o<\/strong>, um dos doces conventuais mais afamados da zona. Como, por estas bandas, a gastronomia tem muito que se lhe diga, e ainda mais que \u201cse lhe coma\u201d, prove a <strong>Chanfana<\/strong>, o <strong>Arroz de Bucho de Poiares<\/strong> e os <strong>Poiaritos<\/strong>. Do Mosteiro de Lorv\u00e3o avan\u00e7\u00e1mos por caminhos florestais at\u00e9 \u00e0 <strong>Garganta do Cabril da Ceira<\/strong>. Este acidente geogr\u00e1fico natural, onde o rio Ceira \u00e9 atravessado por um longo e alto desfiladeiro que culmina numa piscina de \u00e1guas cristalinas, \u00e9 um prod\u00edgio da natureza e um dos para\u00edsos perdidos de Portugal.<\/p>\n\n\n\n<p>De regresso \u00e0 estrada, aproveit\u00e1mos para tomar um caf\u00e9 e carimbar o Passaporte da Estrada Nacional 2. Apesar da fama desta estrada ser relativamente recente, o seu tra\u00e7ado funde-se com a hist\u00f3ria de Portugal, pois muitos dos seus tro\u00e7os j\u00e1 faziam parte das principais vias romanas que atravessavam a Lusit\u00e2nia. Com o passar dos anos surgiram novas liga\u00e7\u00f5es para transportar os bens essenciais de norte a sul do interior do pa\u00eds e, no final do s\u00e9culo XIX, denominava-se Estrada Real. Portugal n\u00e3o seria o que \u00e9 sem a Estrada Nacional 2, tal como ficou designada desde 1945.<\/p>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">km 261<\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Lous\u00e3 tem muitos encantos<\/h2>\n\n\n\n<p>Praias fluviais, gastronomia, monumentos, aldeias de Xisto, a fauna e a flora. H\u00e1 tantos motivos para visitar a Lous\u00e3 e a sua serra.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quil\u00f3metro 260<\/strong>. Chegada: Lous\u00e3. Um munic\u00edpio cheio de hist\u00f3ria e potencial natural que tem vindo a consolidar-se como destino tur\u00edstico de refer\u00eancia. A poucos quil\u00f3metros do centro, destaque para o <strong>Castelo de Lous\u00e3 ou de Arouce<\/strong>, guardi\u00e3o de muitas mem\u00f3rias. Reza uma antiga lenda que, aquando da ocupa\u00e7\u00e3o mu\u00e7ulmana, o castelo ter\u00e1 sido erguido pelo emir Arunce para proteger a sua filha Peralta e os seus tesouros depois de ter sido derrotado e expulso de Conimbriga. Certo \u00e9 que o castelo, classificado como Munumento Nacional, foi ocupado pelos mu\u00e7ulmanos, mas voltou para a posse do Condado Portucalense com D. Afonso Henriques. Hoje funciona como Centro de Interpreta\u00e7\u00e3o e Acolhimento que, al\u00e9m de facultar informa\u00e7\u00e3o sobre o monumento, tamb\u00e9m fornece informa\u00e7\u00f5es tur\u00edsticas sobre o Concelho.<\/p>\n\n\n\n<p>Perto do castelo, fomos desafiados a visitar a <strong>Praia Fluvial Senhora da Piedade<\/strong> (quil\u00f3metro 267) integrada no deslumbrante <strong>Complexo da Senhora da Piedade<\/strong><em> \u2013<\/em> <em>ex-libris<\/em> do munic\u00edpio que, al\u00e9m do castelo e da praia fluvial, integra as <strong>Ermidas <\/strong>e o <strong>Santu\u00e1rio Mariano<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Este territ\u00f3rio emergente na impressionante serra da Lous\u00e3, habitat natural de muitas esp\u00e9cies de animais selvagens e de uma flora heterog\u00e9nea, \u00e9 o ponto de partida e de chegada de muitos percursos pedestres que o ligam a outro elemento identit\u00e1rio do concelho: as Aldeias de Xisto. N\u00e3o havendo tempo para conhecer todas, a escolhida foi a Aldeia da Cerdeira, abrigada num vale, com pouco mais de vinte casas primorosamente restauradas e vencedora do Pr\u00e9mio Nacional de Turismo, na categoria de Turismo Aut\u00eantico. Ao chegar, desvanecem todos os resqu\u00edcios da az\u00e1fama citadina para ceder aos encantos das cores, cheiros, sons do entorno natural e do acolhimento das gentes locais.<\/p>\n\n\n\n<p>Se o para\u00edso existe, provavelmente \u00e9 aqui. N\u00e3o muito longe, rendemo-nos ao panorama privilegiado que o <strong>Miradouro de Nossa Senhora da Piedade<\/strong> proporciona, onde aproveit\u00e1mos para refletir sobre a import\u00e2ncia das opera\u00e7\u00f5es de refloresta\u00e7\u00e3o, preocupa\u00e7\u00e3o que partilhamos com o <strong>CEO da Earth Consulters, David Magalh\u00e3es<\/strong>: especialmente ativa na preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente, em 2017 \u201ca Earth Consulters resolveu criar uma parceria com a Quercus, associa\u00e7\u00e3o nacional de prote\u00e7\u00e3o de florestas. Ao longo dos anos temos tido uma s\u00e9rie de refloresta\u00e7\u00f5es nos pontos mais variados do pa\u00eds <em>\u2013<\/em> Caperrosa, Tondela, Vila Real, Mondim de Basto <em>\u2013<\/em> e isso enche-nos de orgulho (\u2026). Desta forma, ajudamos a compensar a pegada ecol\u00f3gica que \u00e9 criada\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>E depois? Nada como deixar-se perder no <strong>centro hist\u00f3rico da Lous\u00e3<\/strong>, com as suas casas brasonadas. Visitar o <strong>Museu Etnogr\u00e1fico Dr. Louz\u00e3 Henriques<\/strong>, um edif\u00edcio de tr\u00eas andares onde \u00e9 poss\u00edvel aprofundar o conhecimento atrav\u00e9s de uma narrativa museogr\u00e1fica de utens\u00edlios e profiss\u00f5es que falam do passado desta regi\u00e3o e do nosso pa\u00eds. E desfrutar dos sabores \u00fanicos da gastronomia local num restaurante bem conhecido dos lousanenses nos \u00faltimos 33 anos: o <strong>Casa Velha<\/strong>. Como quem sabe, sabe, limitamo-nos a seguir a sugest\u00e3o de uma das propriet\u00e1rias, M\u00e1rcia Costa, e o resultado foi um manjar que ficar\u00e1 para a hist\u00f3ria <em>\u2013<\/em> pelo menos da que o saborearam: Pataniscas com Arroz de Feij\u00e3o, Cabrito \u00e0 Moda da Casa e a t\u00edpica Chanfana de Cabra Velha.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o corpo e a alma em festa, deixamos a Lous\u00e3, sem abandonar o tra\u00e7ado sinuoso do percurso.<\/p>\n\n\n<div data-uk-grid class=\"featured-box uk-card uk-grid-collapse uk-margin\"><div class=\"uk-width-1-1\"><div class=\"uk-card-body\"><h3 class=\"uk-card-title\">Outros pontos de interesse:<\/h3>\u2022 Museu Municipal Prof. \u00c1lvaro Viana de Lemos;<br \/>\u2022 Museu do Circo (\u00fanico do pa\u00eds);<br \/>\u2022 Praia Fluvial da Bogueira.<\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">km 270<\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">G\u00f3is, a capital do Ceira<\/h2>\n\n\n\n<p>&#8220;Cinco l\u00e9guas ao Nascente de Coimbra, em um t\u00e3o profundo vale situado entre as terras do Rabad\u00e3o e Carvalhal, est\u00e1 fundada a Vila de G\u00f3is, banhada pelo Rio Ceira, em cujas correntes se acha bastante ouro e se pescam boas trutas&#8221;.<br>(Padre Ant\u00f3nio Carvalho da Costa, 1708)<\/p>\n\n\n\n<p>Apenas dez quil\u00f3metros depois, G\u00f3is \u00e9 de paragem obrigat\u00f3ria (quil\u00f3metro 270). Aquela que \u00e9 considerada a \u201cCapital do Ceira\u201d foi fundada na Idade M\u00e9dia, mas tem vest\u00edgios de ocupa\u00e7\u00e3o pr\u00e9-hist\u00f3rica e romana.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre o rio e a montanha, com uma geografia muito acidentada a par de um enquadramento rural e natural de suma beleza, visitar G\u00f3is \u00e9 uma sucess\u00e3o de surpresas e de encantos. Al\u00e9m dos percursos pedestres, \u00e9 conhecida dos motards daqui e d\u2019al\u00e9m fronteiras devido \u00e0 Concentra\u00e7\u00e3o Internacional de Motos que se realiza anualmente.<\/p>\n\n\n\n<p>A pureza das suas praias fluviais enquadradas em paisagens de sonho \u00e9 mais um chamariz para os visitantes. Localizadas mesmo no centro hist\u00f3rico e unidas pelo cinematogr\u00e1fico Passadi\u00e7o do Ceira, deix\u00e1mo-nos deslumbrar com a Praia Fluvial da Peneda, e o seu irresist\u00edvel areal no meio do rio Ceira, e a Praia Fluvial do Pego Escuro.<\/p>\n\n\n<div data-uk-grid class=\"featured-box uk-card uk-grid-collapse uk-margin\"><div class=\"uk-width-1-1\"><div class=\"uk-card-body\"><h3 class=\"uk-card-title\">A visitar:<\/h3>\u2022 Igreja Matriz de G\u00f3is;<br \/>\u2022 Igreja da Miseric\u00f3rdia;<br \/>\u2022 Capela do Esp\u00edrito Santo;<br \/>\u2022 Fonte e Cisterna do Pombal.<\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<p>Sobre o mesmo rio e perto destas praias, encontramos a quinhentista Ponte Real, um dos <em>ex-libris<\/em> do concelho e da vila, observando as armas nacionais, a cruz de Cristo e a esfera armilar na sua estrutura, bem como os tr\u00eas arcos que a constituem. \u00c0 entrada da ponte, eleva-se a <strong>Capela do M\u00e1rtir de S. Sebasti\u00e3o<\/strong> que data do s\u00e9culo XVIII.<\/p>\n\n\n\n<p>Ir a G\u00f3is sem visitar as aldeias de Xisto &#8211; pelo menos algumas, como optamos por fazer <em>\u2013<\/em> vai saber a pouco. Isto porque as quatro aldeias de xisto de G\u00f3is (Comareira, Aigra Nova, Aigra Velha, Pena) est\u00e3o entre as mais bonitas da Serra da Lous\u00e3. Nada como perambular pelas suas ruas, por entre casas cuja cobertura ainda \u00e9 inteiramente feita com este mineral regional, para sentir o pulsar deste assombro quase intocado pelo tempo, onde a tradi\u00e7\u00e3o e os saberes est\u00e3o vivos e de boa sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p>E se o corpo pedir descanso, \u00e9 s\u00f3 ir at\u00e9 \u00e0 famosa <strong>Praia Fluvial das Canaveias<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 muito mais para ver, nesta terra onde as horas teimam em passar devagar. Se tiver tempo, passeie nos c\u00e9nicos <strong>Passadi\u00e7os do Cerro da Candosa<\/strong>, que acompanham o curso do rio com o mesmo nome e desfrute de um dos maiores tesouros do centro de Portugal: a <strong>Garganta do Cabril da Ceira<\/strong> com panoramas que enchem todas as medidas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ado\u00e7ar a partida, leve as t\u00edpicas <strong>Gamelinhas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais um epis\u00f3dio, mais uma viagem pelo interior de Portugal. N\u00e3o temos d\u00favidas que quem faz a Nacional 2, a leva o pa\u00eds no cora\u00e7\u00e3o. Para j\u00e1, levamos os 17 munic\u00edpios por onde pass\u00e1mos, certos que h\u00e1 muita aventura \u00e0 nossa espera. No pr\u00f3ximo epis\u00f3dio estaremos em Pedr\u00f3g\u00e3o Grande, Vila de Rei e Sert\u00e3. Na sua companhia.<\/p>\n\n\n<div data-uk-grid class=\"featured-box uk-card uk-grid-collapse uk-margin\"><div class=\"uk-width-1-1\"><div class=\"uk-card-body\"><h3 class=\"uk-card-title\">Festas e feiras:<\/h3>\u2022 Corrida do Entrudo das aldeias do Xisto de G\u00f3is (Carnaval);<br \/>\u2022 Enterro do Bacalhau (no s\u00e1bado de Aleluia);<br \/>\u2022 Feira Sem Regras;<br \/>\u2022 Feira dos Santos, do Mel e da Castanha.<\/div><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Partir \u00e0 descoberta do nosso patrim\u00f3nio ou fazer um roteiro gastron\u00f3mico. Explorar tradi\u00e7\u00f5es ou optar por uma jornada contemplativa. Cada viagem \u00e9 \u00fanica e encerra uma hist\u00f3ria exclusiva.<br \/>\nO programa &#8220;Nacional 2 &#8211; mais que uma estrada&#8221; vem dar o mote para que cada um a possa percorrer, conhecer e viver \u00e0 sua medida. No sexto epis\u00f3dio, a m\u00edtica estrada volta a reafirmar-se como a montra do melhor que o pa\u00eds tem para oferecer. Venha descobrir Vila Nova de Poaires, Lous\u00e3 e G\u00f3is.<\/p>\n","protected":false},"author":29,"featured_media":220,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[31],"class_list":["post-208","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-centro","tag-episodio-6"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/208","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/users\/29"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=208"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/208\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":223,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/208\/revisions\/223"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/media\/220"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=208"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=208"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=208"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}