{"id":253,"date":"2022-09-14T09:00:00","date_gmt":"2022-09-14T08:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/?p=253"},"modified":"2022-09-14T11:18:26","modified_gmt":"2022-09-14T10:18:26","slug":"de-sardoal-a-abrantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/centro\/de-sardoal-a-abrantes\/","title":{"rendered":"De Sardoal a Abrantes"},"content":{"rendered":"  <\/div><\/section><section class=\"section-youtube\">  <div class=\"uk-container\"><iframe width=\"1280\" height=\"720\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/VGQlt4whRq8?showinfo=0\" frameborder=\"0\" allowfullscreen data-uk-responsive loading=\"lazy\"><\/iframe>  <\/div><\/section><section class=\"uk-section\">  <div class=\"uk-container uk-container-small\">\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">km 386<\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Sardoal, a bela &#8220;Vila Jardim&#8221;<\/h2>\n\n\n\n<p>O ponto de partida deste epis\u00f3dio \u00e9 o bonito concelho do Sardoal, ao quil\u00f3metro 386. Esta preciosidade escondida na regi\u00e3o do M\u00e9dio Tejo n\u00e3o \u00e9 grande nem densamente populada. <br>O seu tamanho mede-se, por\u00e9m, pelo rico patrim\u00f3nio, do qual nos falou o seu presidente da c\u00e2mara, Ant\u00f3nio Borges: <br>&#8220;Um conselho rico no patrim\u00f3nio n\u00e3o s\u00f3 cultural, mas um patrim\u00f3nio no \u00e2mbito da f\u00e9 e da religiosidade. (&#8230;) Sardoal tamb\u00e9m tem um patrim\u00f3nio no \u00e2mbito da gastronomia e dos vinhos. (&#8230;) convido-vos a passar por c\u00e1.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Um jardim no interior do Pa\u00eds plantado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Fruto da conflu\u00eancia entre o Ribatejo, Alentejo e Beira Baixa, o Sardoal tem uma identidade muito pr\u00f3pria. Carinhosamente conhecido como \u201cVila Jardim\u201d, tanto o branco casario com umbrais pintados e flores coloridas como as ruas calcetadas com seixos vindos do rio comp\u00f5em um plano arquitet\u00f3nico perfeitamente integrado na natureza envolvente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Uma hist\u00f3ria que vem de longe<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto povoa\u00e7\u00e3o, o Sardoal \u00e9 antiqu\u00edssimo, e t\u00eam vindo a ser encontrados vest\u00edgios da ocupa\u00e7\u00e3o humana desde tempos muito remotos. Tamb\u00e9m dos romanos ficaram alguns sinais, como o tro\u00e7o da cal\u00e7ada romana que por aqui passa.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao inv\u00e9s de outras terras que cresceram ao redor de um castelo ou de uma fortifica\u00e7\u00e3o, a vila de Sardoal cresceu a partir de baixo (da conflu\u00eancia das ribeiras) para cima. No ponto mais elevado, encontramos o altivo <strong>Convento de Santa Maria da Caridade<\/strong> (1571), dono de uma vasta riqueza cultural da comunidade franciscana que ali viveu durante s\u00e9culos e de um espantoso conjunto pict\u00f3rico proveniente de Nagasaki.<\/p>\n\n\n\n<p>Na galil\u00e9 do convento, visit\u00e1mos a <strong>Capela do Senhor dos Rem\u00e9dios<\/strong> (ao qual os sardoalenses s\u00e3o muito devotos) e todas as aten\u00e7\u00f5es se voltaram para o silhar de azulejos azuis e brancos (s\u00e9culo XVIII) com quatro pain\u00e9is representativos dos Passos de Cristo.<\/p>\n\n\n\n<p>As tr\u00eas igrejas e sete capelas no centro hist\u00f3rico da vila, todas elas de uma beleza fant\u00e1stica, s\u00e3o guardi\u00e3s de tesouros nacionais de arte sacra. Destaque para a <strong>Igreja Matriz<\/strong>, tamb\u00e9m conhecida como <strong>Igreja Paroquial de S\u00e3o Tiago e S\u00e3o Mateus<\/strong>, um templo quinhentista de tr\u00eas naves, no qual fomos encontrar o ex-l\u00edbris da vila: as sete t\u00e1buas do Mestre do Sardoal.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>As tradi\u00e7\u00f5es est\u00e3o bem vivas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As <strong>celebra\u00e7\u00f5es da Semana Santa e da P\u00e1scoa<\/strong> s\u00e3o imperd\u00edveis. Nessa altura, o Sardoal enche-se de gente, prociss\u00f5es e tapetes de flores estendidos nas capelas. Para que a mem\u00f3ria n\u00e3o nos atrai\u00e7oe, este evento j\u00e1 ficou marcado nas nossas agendas.<\/p>\n\n\n<div data-uk-grid class=\"featured-box uk-card uk-grid-collapse uk-margin\"><div class=\"uk-width-1-1\"><div class=\"uk-card-body\"><h3 class=\"uk-card-title\">Outras festividades:<\/h3>\u2022 As Festas do Concelho: no <b>m\u00eas de setembro<\/b>;<br \/>\u2022 A Feira de S\u00e3o Sim\u00e3o ou da Fossa, da qual h\u00e1 registos de 1750: a <b>28 de outubro<\/b>.<\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">km 402<\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Abrantes respira hist\u00f3ria<\/h2>\n\n\n\n<p>A tradi\u00e7\u00e3o, a mem\u00f3ria e o passado glorioso de Abrantes convivem harmoniosamente com o progresso e o futuro. Banhada pelo rio Tejo e pela albufeira de Castelo de Bode, n\u00e3o faltam argumentos para a visitar.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Natureza e lazer<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A beleza da paisagem natural tamb\u00e9m pode ser admirada atrav\u00e9s dos diversos percursos pedestres e dos desportos de natureza que o munic\u00edpio oferece. <br>Para dar uns mergulhos, fazer um piquenique ou desfrutar da sombra, nada como a <strong>Praia da Lapa<\/strong>, embalada pelo som da \u00e1gua da cascata. Aproveitamos para observar, na margem da ribeira, uma antiga capela em que se venerava a imagem da Senhora da Lapa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A arte de bem comer, e bem beber<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Boa comida e doces tradicionais n\u00e3o faltam. Mas esta regi\u00e3o, gra\u00e7as ao microclima quente e ensolarado, destaca-se pela produ\u00e7\u00e3o de vinhos de alta qualidade, suaves e frutados. A moderna Quinta do Vale do Armo foi paragem obrigat\u00f3ria, e Tiago Alves foi o nosso anfitri\u00e3o numa fant\u00e1stica visita guiada.<\/p>\n\n\n<div data-uk-grid class=\"featured-box uk-card uk-grid-collapse uk-margin\"><div class=\"uk-width-1-1\"><div class=\"uk-card-body\"><h3 class=\"uk-card-title\">Mais patrim\u00f3nio hist\u00f3rico para descobrir:<\/h3>\u2022 Igreja da Miseric\u00f3rdia;<br \/>\u2022 Capela de Nossa Senhora do Carmo;<br \/>\u2022 Capela do Esp\u00edrito Santo com o painel de azulejos de Gil Vicente;<br \/>\u2022 Capela dos Barbilongos;<br \/>\u2022 Casa Grande ou dos Almeidas (s\u00e9culo XVIII);<br \/>\u2022 Chafariz das Tr\u00eas Bicas.<\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<p><strong><em>\u201cTudo como dantes, quartel-general em Abrantes\u201d<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de a sua hist\u00f3ria estar associada a uma lenda encantada, a origem de Abrantes \u00e9 militar e resultou da necessidade de defesa dos territ\u00f3rios conquistados aos mouros. Ao longo dos s\u00e9culos, foram v\u00e1rios os epis\u00f3dios que gravaram o seu nome na hist\u00f3ria de Portugal: em 1385, D. Jo\u00e3o I e D. Nuno \u00c1lvares Pereira estiveram aqui antes da batalha de Aljubarrota. Mais tarde, a vila foi ocupada pelas tropas francesas comandadas por Junot, altura em que ter\u00e1 ficado conhecida a senha militar \u201cTudo como dantes, quartel-general em Abrantes!\u201d N\u00e3o podemos visitar Abrantes e ignorar a <strong>ponte ferrovi\u00e1ria<\/strong> met\u00e1lica que cruza o Tejo, uma obra de arte a c\u00e9u aberto.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao chegar (quil\u00f3metro 402), somos saudados pelo altaneiro <strong>Castelo Fortaleza<\/strong> que, ainda hoje, continua a vigiar a cidade. Da Torre de Menagem, avista-se uma rara panor\u00e2mica de 360 graus ao longo de um infinito horizonte que cobre terras do Ribatejo, do Alentejo e da Beira Baixa. A vista tamb\u00e9m pode ser desfrutada no relaxante, heterog\u00e9neo e florido <strong>Jardim do Castelo<\/strong>. E deix\u00e1mo-nos embalar pela paisagem no <strong>Baloi\u00e7o de Abrantes<\/strong> que ali foi colocado. No interior das muralhas, n\u00e3o perdemos a lend\u00e1ria <strong>Igreja de Santa Maria do Castelo<\/strong>, onde se encontra uma joia singular de arte tumular em estilo g\u00f3tico: o <strong>Pante\u00e3o dos Almeida<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Descobrir Abrantes pelo palato<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na <strong>Casa Chef Victor Felisberto<\/strong>, prov\u00e1mos o melhor que a gastronomia da regi\u00e3o tem para oferecer. Fomos recebidos pela simpatia do chef, neste elegant\u00edssimo restaurante onde n\u00e3o h\u00e1 detalhes deixados ao acaso. As salas amplas, luminosas e impecavelmente preparadas \u2013  al\u00e9m de um requintado espa\u00e7o privado \u2013 prometem momentos especiais a todos os comensais. O vinho de assinatura do pr\u00f3prio <em>chef <\/em>acompanhou os pratos divinais, cozinhados em forno de lenha: tigelada de carpa com lagostins do rio, cacha\u00e7o de porco preto e perdiz \u00e0 moda de Alferrarede. As sobremesas? Sublimes. Se houve pecado da gula, expi\u00e1mo-lo logo a seguir.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Centro da cidade. Hist\u00f3ria, arte e modernidade de m\u00e3os dadas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Bem \u201calmo\u00e7ados\u201d, abrimos caminho rumo \u00e0 <strong>Igreja de S\u00e3o Vicente<\/strong>, monumento nacional, cujo interior guarda um precioso esp\u00f3lio de arte sacra.<br>Pass\u00e1mos pelo p\u00f3rtico sobrevivente da <strong>Igreja de Nossa Senhora da Esperan\u00e7a<\/strong> e pela fachada decorada com painel de azulejo setecentista da <strong>Capela de Sant\u2019Ana<\/strong>, apreciando o casario e os palacetes, as pra\u00e7as graciosas, a arte na rua e a cordialidade dos locais.<\/p>\n\n\n\n<p>Fomos ao <strong>Antigo Convento de S\u00e3o Domingos<\/strong> (albergo da Biblioteca Ant\u00f3nio Botto), \u00e0s <strong>Igrejas da Miseric\u00f3rdia e de S\u00e3o Jo\u00e3o Batista<\/strong>, e n\u00e3o perdemos a oportunidade de visitar o <strong>MIAA \u2013 Museu Ib\u00e9rico de Arqueologia e Arte de Abrantes<\/strong>. Neste museu com linhas arquitet\u00f3nicas modernas, resultado do excelente trabalho do arquiteto Carrilho da Gra\u00e7a, o visitante pode percorrer v\u00e1rias \u00e9pocas hist\u00f3ricas da regi\u00e3o, desde a Pr\u00e9-Hist\u00f3ria, Idade do Bronze e do Ferro, at\u00e9 \u00e0 era romana e \u00e0 arte da Idade M\u00e9dia e do Renascimento.<\/p>\n\n\n<div data-uk-grid class=\"featured-box uk-card uk-grid-collapse uk-margin\"><div class=\"uk-width-1-1\"><div class=\"uk-card-body\"><h3 class=\"uk-card-title\">Al\u00e9m do imponente castelo, aqui n\u00e3o faltam miradouros com vistas sedutoras:<\/h3>\u2022 Miradouro da Penha &#8211; Tramagal;<br \/>\u2022 Miradouro da Aldeia do Mato;<br \/>\u2022 Miradouro do Cristo Rei da Matagosa;<br \/>\u2022 Miradouro de Fontes.<\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Abrantes \u00e9 viver o lazer<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Um roteiro para visitar esta cidade n\u00e3o ficaria completo sem um passeio no <strong>Aquapolis<\/strong>, um espa\u00e7o de desporto, entretenimento e lazer, onde o Tejo se funde com a pr\u00f3pria cidade.<br>Al\u00e9m dos trilhos pedestres de pequena e grande rota presentes na regi\u00e3o, as praias fluviais, com uma envolvente paisag\u00edstica de sonho, s\u00e3o um chamariz nos dias quentes. \u00c9 o caso da <strong>Praia Fluvial de Aldeia do Mato<\/strong> e da <strong>Praia Fluvial de Fontes<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Terminar em beleza, de novo \u00e0 mesa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O p\u00f4r do sol anunciava que o fim desta etapa estava quase no fim. Quase. Porque envered\u00e1mos noutra aventura gastron\u00f3mica, desta vez no <strong>Restaurante T\u00edpico Cascata<\/strong>. Nesta casa que conta 39 anos, fomos recebidos por <strong>Fernanda e Carla Martins<\/strong>. Representantes da gastronomia regional e tradicional no concelho de Abrantes, as orgulhosas anfitri\u00e3s n\u00e3o esconderam o privil\u00e9gio que sentem pelo facto de estarem inseridas numa conflu\u00eancia gastron\u00f3mica de tr\u00eas regi\u00f5es: Ribatejo, Beira Baixa e Alentejo. Para os comensais, o card\u00e1pio soma iguarias de qualidade. Al\u00e9m do prato exclusivo e premiado \u2013 achig\u00e3 do rio Tejo com migas da \u201cM\u00e3e\u201d \u2013 n\u00e3o faltam os regionais maranhos ou o bucho recheado e miolada. E para ado\u00e7ar o final, nem \u00e9 preciso dizer que a dieta foi para as urtigas, mas por boas causas: palha de Abrantes de v\u00e1rios tipos e a cl\u00e1ssica tigelada. <\/p>\n\n\n\n<p>Ultrapassada a barreira dos 400 quil\u00f3metros, e 22 carimbos no Passaporte da Nacional 2 depois, levamos inesquec\u00edveis mem\u00f3rias do Norte e do centro do Pa\u00eds. Mas quanto mais se conhece do interior de Portugal, mais h\u00e1 para descobrir. No pr\u00f3ximo epis\u00f3dio acompanhe-nos at\u00e9 terras alentejanas: Ponte de Sor, Avis, Mora e Coruche. At\u00e9 l\u00e1!<\/p>\n\n\n<div data-uk-grid class=\"featured-box uk-card uk-grid-collapse uk-margin\"><div class=\"uk-width-1-1\"><div class=\"uk-card-body\"><h3 class=\"uk-card-title\">A n\u00e3o perder (sobretudo para os mais gulosos):<\/h3>\u2022 Feira Nacional de Do\u00e7aria Tradicional: <b>\u00faltimo fim de semana de outubro<\/b>.<\/div><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De volta ao programa <em>Nacional 2 &#8211; Mais do que uma estrada<\/em>, continuamos a ver um Portugal menos (re)conhecido a passar-nos diante dos olhos. Percorr\u00ea-la n\u00e3o tem de ser uma corrida. Ao longo de 12 epis\u00f3dios, trilhar esta estrada \u00e9, por si s\u00f3, um apelo \u00e0 curiosidade e \u00e0 calma. Muito mais do que cidades e aldeias, existe um imenso patrim\u00f3nio natural, cultural, gastron\u00f3mico. E h\u00e1 as tradi\u00e7\u00f5es \u00fanicas e o calor das gentes, de norte a sul do Pa\u00eds. No oitavo epis\u00f3dio desta aventura, partimos \u00e0 descoberta de Sardoal e de Abrantes. Na sua companhia, como sempre.<\/p>\n","protected":false},"author":29,"featured_media":259,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[37],"class_list":["post-253","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-centro","tag-episodio-8"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/253","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/users\/29"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=253"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/253\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":277,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/253\/revisions\/277"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/media\/259"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=253"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=253"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=253"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}