{"id":283,"date":"2022-09-21T09:00:00","date_gmt":"2022-09-21T08:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/?p=283"},"modified":"2022-09-23T16:18:49","modified_gmt":"2022-09-23T15:18:49","slug":"de-ponte-de-sor-a-coruche","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/sul\/de-ponte-de-sor-a-coruche\/","title":{"rendered":"De Ponte de Sor a Coruche"},"content":{"rendered":"  <\/div><\/section><section class=\"section-youtube\">  <div class=\"uk-container\"><iframe width=\"1280\" height=\"720\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/NfhWovkVq0o?showinfo=0\" frameborder=\"0\" allowfullscreen data-uk-responsive loading=\"lazy\"><\/iframe>  <\/div><\/section><section class=\"uk-section\">  <div class=\"uk-container uk-container-small\">\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">km 435<\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ponte de Sor: tudo come\u00e7ou com uma ponte<\/h2>\n\n\n\n<p>De volta \u00e0 nossa rota, estamos no quil\u00f3metro 435: Ponte de Sor. Este munic\u00edpio de transi\u00e7\u00e3o entre o Norte e o Sul do pa\u00eds, e entre o litoral e interior, ter-se-\u00e1 desenvolvido como local de passagem, remontando a uma antiga travessia dos romanos.<\/p>\n\n\n\n<p>Se da ponte primitiva n\u00e3o sobram vest\u00edgios, a <strong>ponte sobre a ribeira do rio Sor<\/strong> \u00e9 um dos ex-l\u00edbris locais e a original ponte pedonal, da autoria do artista Leonel Moura, uma obra de arte a c\u00e9u aberto. \u00c0 nossa espera, encontramos uma cidade t\u00e3o airosa quanto pacata, com sobreiros a perder de vista, uma barragem que \u00e9 um \u201cmar\u201d de quietude e v\u00e1rios empreendimentos tur\u00edsticos de grande qualidade, como bem nos explicou Lu\u00eds Jord\u00e3o, vereador da C\u00e2mara Municipal de Ponte de Sor. A n\u00e3o perder, tamb\u00e9m, os \u201cprodutos end\u00f3genos: o vinho, o mel, o azeite e a nossa gastronomia. Tudo isso enriquece o nosso territ\u00f3rio e as pessoas que aqui v\u00eam s\u00e3o bem-vindas.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Terra fidalga, alma campesina<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A povoa\u00e7\u00e3o que aqui foi medrando, dedicou-se a trabalhar as terras das ordens militares ao longo de s\u00e9culos. Apesar da alma campesina das gentes, o patrim\u00f3nio testemunha a sua nobre heran\u00e7a: descobrimos <strong>vest\u00edgios da cerca amuralhada<\/strong> (s\u00e9culo XV), a <strong>Igreja Matriz<\/strong> (s\u00e9culo XVII) com o belo altar dourado, e a <strong>Fonte da Vila<\/strong>, que, diz o povo, quem da sua \u00e1gua beber ficar\u00e1 para sempre enamorado por esta terra.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ponte de Sor (tamb\u00e9m) \u00e9 arte no presente<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A contemporaneidade est\u00e1 bem representada nas ruas do centro da cidade, e s\u00e3o v\u00e1rios os artistas de <em>street art<\/em> que nos transportam para novas realidades. A seguir, fomos conhecer o <strong>Centro de Artes e Cultura<\/strong>, um espa\u00e7o multidisciplinar instalado numa antiga f\u00e1brica de moagem de cereais e descasque de arroz, que alberga a Biblioteca Municipal, o Museu Municipal, o Arquivo Hist\u00f3rico Municipal e o <strong>Centro de Forma\u00e7\u00e3o e Cultura Contempor\u00e2nea<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Natureza no seu esplendor<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Se numa margem do rio se estende uma paisagem rural com campos agr\u00edcolas e sobreiros, na outra margem espraia-se a moderna <strong>zona ribeirinha<\/strong>, refer\u00eancia da cidade para o lazer, o desporto e o bem-estar. Ponte de Sor tamb\u00e9m \u00e9 lugar de moinhos e moleiros, que mantiveram um papel econ\u00f3mico e social ativo desde o s\u00e9culo XIII at\u00e9 \u00e0 segunda metade do s\u00e9culo XX. Junto \u00e0 freguesia da Tramaga, enquadrados numa paisagem verdejante e fazendo jus \u00e0 pacatez alentejana, fomos encontrar alguns dos <strong>Moinhos de \u00c1gua de Rod\u00edzio<\/strong> ainda existentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Seguimos em dire\u00e7\u00e3o a <strong>Montargil<\/strong>, terra cuja ocupa\u00e7\u00e3o humana remonta \u00e0 Pr\u00e9-Hist\u00f3ria, com um patrim\u00f3nio sagrado not\u00e1vel (a n\u00e3o perder a quinhentista <strong>Igreja da Miseric\u00f3rdia<\/strong> e a <strong>Capela do Senhor das Almas<\/strong>) e onde a natureza fecha o cen\u00e1rio com chave de ouro na <strong>albufeira de Montargil<\/strong>, sempre pronta a surpreender os amantes da natureza, da cultura ou do desporto.<\/p>\n\n\n\n<p>Em frente \u00e0 barragem, avistamos o <strong>Parque de Campismo Orbitu<\/strong>r, que goza da calmaria do Alentejo e da proximidade de Lisboa. Al\u00e9m das instala\u00e7\u00f5es modernas, alojamentos confort\u00e1veis, servi\u00e7os comerciais e um ambiente verdadeiramente prazeroso, possui uma praia emoldurada no montado alentejano perfeita para praticar desportos n\u00e1uticos (<em>ski <\/em>aqu\u00e1tico, <em>jet ski<\/em>, <em>windsurf<\/em>) ou para gozar da tranquilidade da pesca ou dos passeios de barco. A diversidade de aves terrestres e aqu\u00e1ticas tamb\u00e9m faz deste local um para\u00edso para os amantes do <em>birdwatching<\/em>.<\/p>\n\n\n<div data-uk-grid class=\"featured-box uk-card uk-grid-collapse uk-margin\"><div class=\"uk-width-1-1\"><div class=\"uk-card-body\"><h3 class=\"uk-card-title\">Curiosidade<\/h3>Em Ponte de Sor, encontra o maior mosaico do mundo em rolhas de corti\u00e7a (cerca de 400 mil rolhas) da autoria do artista Saimir Strati.<\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">km 466<\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Avis, guardi\u00e3 de muito patrim\u00f3nio hist\u00f3rico<\/h2>\n\n\n\n<p>No alto de um monte gran\u00edtico, Avis surge ao quil\u00f3metro 466 da Nacional 2. Esta graciosa vila do Alto Alentejo, sede de concelho, guarda a mem\u00f3ria de uma das mais importantes ordens militares e deu nome a uma das mais emblem\u00e1ticas dinastias portuguesas.<\/p>\n\n\n\n<p>No centro da vila, ergue-se o <strong>Castelo de Avis<\/strong>. O que dele resta conta-nos hist\u00f3rias de outros tempos, quando cabia \u00e0s ordens militares povoar, defender e construir cidades. Prosseguimos at\u00e9 ao imponente <strong>Convento de S\u00e3o Bento de Avis<\/strong>, no topo da vila, rico na arquitetura religiosa e no legado hist\u00f3rico que, desde 1211, as suas paredes encerram: conquistada aos mouros, D. Afonso II doou a terra ao Mestre D. Fern\u00e3o Anes, que liderava a Ordem Militar de S\u00e3o Bento de Avis.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, este espa\u00e7o ganhou nova vida, alojando o <strong>Centro Interpretativo da Ordem de Avis<\/strong> \u2013 com uma \u00e1rea expositiva que re\u00fane nove s\u00e9culos de Hist\u00f3ria \u2013 e o <strong>Museu do Campo Alentejano<\/strong> \u2013 com um esp\u00f3lio dedicado ao trabalho agr\u00edcola que ultrapassa as 3.000 pe\u00e7as e que d\u00e1 a conhecer os usos e costumes da regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Heran\u00e7as dos antepassados<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Por falar em antepassados, tamb\u00e9m o patrim\u00f3nio arqueol\u00f3gico de Avis \u00e9 digno de respeito. Aqui foram encontrados vest\u00edgios e monumentos megal\u00edticos que comprovam a sua ancestralidade, como a <strong>Anta da Herdade da Ordem<\/strong>, classificada como Monumento Nacional.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Avis, ao natural<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Tem tempo \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o? Siga at\u00e9 \u00e0 <strong>barragem do Maranh\u00e3o<\/strong>. No ver\u00e3o, \u00e9 sin\u00f3nimo de mergulhos e divers\u00e3o, gra\u00e7as \u00e0 <strong>praia fluvial<\/strong> e \u00e0s atividades de lazer e desportivas. Do seu <strong>miradouro<\/strong>, desfrute e guarde a paisagem na mem\u00f3ria. E no cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n<div data-uk-grid class=\"featured-box uk-card uk-grid-collapse uk-margin\"><div class=\"uk-width-1-1\"><div class=\"uk-card-body\"><h3 class=\"uk-card-title\">O que (mais) pode visitar no centro hist\u00f3rico<\/h3>\u2022 Igreja Matriz e Igreja da Miseric\u00f3rdia;<br \/>\u2022 Pelourinho, com uma \u00e1guia de asas abertas;<br \/>\u2022 Pa\u00e7os do Concelho (outrora parte da resid\u00eancia dos Mestres da Ordem de Avis).<\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">km 473<\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Em Mora, mora a paz de esp\u00edrito alentejana<\/h2>\n\n\n\n<p>A viagem prossegue e a paisagem enleva-nos at\u00e9 chegarmos a Mora, no distrito de \u00c9vora, ao quil\u00f3metro 473. Em plena charneca alentejana, num territ\u00f3rio doado por D. Afonso Henriques aos Freires de \u00c9vora (1176), esta terra decorada com sobreiros e oliveiras tem algo de m\u00e1gico. Para ficar a conhecer o concelho, h\u00e1 que passar pelas suas quatro freguesias: Mora, Brotas, Cabe\u00e7\u00e3o e Pavia.<\/p>\n\n\n\n<p>Na vila de Mora, come\u00e7\u00e1mos por visitar a quinhentista e neocl\u00e1ssica <strong>Igreja Matriz<\/strong> (ou <strong>Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Gra\u00e7a<\/strong>) e a <strong>Igreja da Miseric\u00f3rdia<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda no centro da vila, n\u00e3o quisemos perder o <strong>Museu Interativo do Megalitismo<\/strong>, \u00fanico em Portugal, que tem como miss\u00e3o valorizar e divulgar o incr\u00edvel patrim\u00f3nio megal\u00edtico deste concelho, no qual se inclui o <strong>Cromeleque de Mora<\/strong> ou a <strong>Anta de Pavia<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>Santu\u00e1rio de Nossa Senhora de Brotas<\/strong> j\u00e1 prega noutra freguesia. Este templo religioso de cunho popular, na linha do manuelino e do barroco, remonta ao s\u00e9culo XV e foi feito em mem\u00f3ria de uma apari\u00e7\u00e3o milagrosa a um pastor. A emoldurar o santu\u00e1rio h\u00e1 um corredor composto pelas Casas de Confraria, que serviam para dar guarida aos peregrinos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Do parque ecol\u00f3gico ao fluvi\u00e1rio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em Mora, a escolha \u00e9 vasta, tal como o vagar pretendido. Pode deslumbrar-se com a natureza pura ao longo dos percursos pedestres, observar aves mais ou menos comuns e desfrutar de um dos maiores pontos de interesse do concelho, na freguesia do Cabe\u00e7\u00e3o: o <strong>Parque Ecol\u00f3gico do Gameiro<\/strong>. Situado no A\u00e7ude do Gameiro, no rio Raia, aqui as atra\u00e7\u00f5es e as aventuras n\u00e3o t\u00eam fim. Al\u00e9m da zona de lazer, do parque de merendas e do parque de arborismo (para mi\u00fados e gra\u00fados que gostam de adrenalina), ainda se pode mergulhar nas \u00e1guas l\u00edmpidas da praia fluvial ou explorar o passadi\u00e7o de madeira ao longo de um quil\u00f3metro e meio da ribeira da Raia.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda no Parque Ecol\u00f3gico do Gameiro, encontra-se o imperd\u00edvel <strong>Fluvi\u00e1rio de Mora<\/strong>, uma esp\u00e9cie de \u201cocean\u00e1rio\u201d de \u00e1gua doce. Este aqu\u00e1rio p\u00fablico dedicado aos ecossistemas de \u00e1gua doce e \u00e0 sua diversidade \u00e9 um dos maiores da Europa, e uma experi\u00eancia que sensibiliza todos quantos o visitam a cuidar dos rios.<\/p>\n\n\n\n<p>Se em vez de observar os peixes, gosta da arte de os pescar, Mora \u00e9 o s\u00edtio certo: tem duas das melhores pistas de pesca desportiva do mundo. Pod\u00edamos continuar por aqui, n\u00e3o pod\u00edamos? Mas Coruche j\u00e1 est\u00e1 \u00e0 nossa espera.<\/p>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">km 495<\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Coruche, na capital mundial da corti\u00e7a<\/h2>\n\n\n\n<p>Chegados a Coruche, ao quil\u00f3metro 495, invadem-nos as cores do montado, dos campos agr\u00edcolas e do rio. Na sede de um dos maiores concelhos de Portugal, no distrito de Santar\u00e9m, caminha-se por mil\u00e9nios de hist\u00f3ria e s\u00e9culos de tradi\u00e7\u00f5es que persistem.<\/p>\n\n\n\n<p>Abundante em recursos naturais, o Vale do Rio Sorraia testemunha a ocupa\u00e7\u00e3o humana desde o Paleol\u00edtico, afirmando-se com o dealbar da agricultura e da sedentariza\u00e7\u00e3o das antigas sociedades camponesas. Adentr\u00e1mos neste passado cheio de valor arqueol\u00f3gico, ao visitar o <strong>Conjunto Megal\u00edtico de Coruche<\/strong>, composto por cerca de trinta monumentos, entre os quais a <strong>Anta do Vale Beir\u00f3<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m os romanos e os mouros aqui deixaram as suas marcas, tendo a sua localiza\u00e7\u00e3o assumido particular import\u00e2ncia depois de D. Afonso Henriques ter conquistado Coruche, em 1166.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma visita ao <strong>Museu Municipal de Coruche<\/strong>, onde est\u00e1 o sino mais antigo de Portugal (s\u00e9culo XIII), e ao centro hist\u00f3rico com o seu <strong>pelourinho<\/strong>, s\u00edmbolo da autoridade municipal e do poder concelhio, \u00e9 indispens\u00e1vel. A arquitetura das casas, das in\u00fameras igrejas e de edif\u00edcios como o <strong>Observat\u00f3rio do Sobreiro e da Corti\u00e7a<\/strong> ou o <strong>N\u00facleo Rural de Coruche<\/strong> revela excertos da alma coruchense. E tudo casa na perfei\u00e7\u00e3o com os murais de arte urbana espalhados pelas ruas e escadarias da vila e com as \u00e1rvores de cores na pra\u00e7a do pelourinho, numa perfeita simbiose entre o passado e o presente. \u00c0 sa\u00edda da vila ribatejana, junto \u00e0s <strong>pontes met\u00e1licas<\/strong>, encontra-se a <strong>ponte da Coroa<\/strong>, constru\u00edda em 1828 e que permite, at\u00e9 hoje, passar sobre uma das zonas mais perigosas do rio: o Pego das Armas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ao ar livre e \u00e0 mesa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dos passeios ribeirinhos aos longos percursos pedestres, dos mergulhos na <strong>praia fluvial do Sorraia<\/strong> \u00e0s vistas do <strong>miradouro de Nossa Senhora do Castelo<\/strong>, n\u00e3o falta o que fazer em Coruche. Nem o que comer, pois a gastronomia ribatejana \u00e9 uma verdadeira perdi\u00e7\u00e3o: pratos confecionados com carnes bravas de toiro e vitela, peixes do rio, arroz, pinh\u00f5es e outros produtos da terra.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo da Nacional 2 as boas surpresas t\u00eam sido uma constante. Concelho ap\u00f3s concelho, somos recebidos de bra\u00e7os abertos e despedimo-nos de cora\u00e7\u00e3o cheio. Com mais quatro carimbos no passaporte, terminamos este epis\u00f3dio, j\u00e1 de olho nos pr\u00f3ximos destinos: Montemor-o-Novo, Viana do Alentejo, Alc\u00e1\u00e7ovas e Torr\u00e3o. At\u00e9 j\u00e1.<\/p>\n\n\n<div data-uk-grid class=\"featured-box uk-card uk-grid-collapse uk-margin\"><div class=\"uk-width-1-1\"><div class=\"uk-card-body\"><h3 class=\"uk-card-title\">Visite ainda:<\/h3>Aqueduto do Monte da Barca<\/div><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Percorrer a Nacional 2 \u00e9 conhecer muitos &#8220;portugais&#8221; dentro de Portugal, e temos como certo que n\u00e3o \u00e9 preciso ir al\u00e9m-fronteiras para descobrir novos mundos. Hoje vamos atravessar o rio Tejo e seguir em dire\u00e7\u00e3o ao Sul do pa\u00eds. O cen\u00e1rio paisag\u00edstico muda de figura \u00e0 medida que as curvas d\u00e3o lugar \u00e0s famosas retas alentejanas, desfiando-se um rol de terras com ra\u00edzes aut\u00eanticas e prazeres descomplicados. No nono epis\u00f3dio do programa <em>Nacional 2 &#8211; Mais que uma estrada<\/em>, vamos ao encontro de Ponte de Sor, Avis, Mora e Coruche, com maravilhas que o tempo n\u00e3o apaga.<\/p>\n","protected":false},"author":29,"featured_media":292,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[40],"class_list":["post-283","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sul","tag-episodio-9"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/283","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/users\/29"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=283"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/283\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":307,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/283\/revisions\/307"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/media\/292"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=283"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=283"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=283"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}