{"id":310,"date":"2022-09-28T09:00:00","date_gmt":"2022-09-28T08:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/?p=310"},"modified":"2022-10-04T15:24:08","modified_gmt":"2022-10-04T14:24:08","slug":"de-montemor-o-novo-a-torrao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/sul\/de-montemor-o-novo-a-torrao\/","title":{"rendered":"De Montemor-o-Novo a Torr\u00e3o"},"content":{"rendered":"  <\/div><\/section><section class=\"section-youtube\">  <div class=\"uk-container\"><iframe width=\"1280\" height=\"720\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/YvAq9S3JF_o?showinfo=0\" frameborder=\"0\" allowfullscreen data-uk-responsive loading=\"lazy\"><\/iframe>  <\/div><\/section><section class=\"uk-section\">  <div class=\"uk-container uk-container-small\">\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">km 520<\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ir a Montemor-o-Novo \u00e9 viajar no tempo<\/h2>\n\n\n\n<p>&#8220;Caminhos por aqui h\u00e1 muitos e todos v\u00e3o a Montemor&#8221;, escreveu Jos\u00e9 Saramago.<\/p>\n\n\n\n<p>Ol\u00edmpio Galv\u00e3o, presidente da C\u00e2mara de Montemor-o-Novo, agu\u00e7ou-nos o apetite para descobrir aquele que \u00e9 \u201co s\u00e9timo maior concelho do Pa\u00eds e tem 45 quil\u00f3metros da Nacional 2, desde o Ciborro com o seu marco 500 e uma excelente gastronomia, passando pela cidade de Montemor-o-Novo, com um patrim\u00f3nio natural, cultural e hist\u00f3rico riqu\u00edssimo, at\u00e9 \u00e0 vila de Santiago do Escoural, onde temos a Gruta do Escoural, com arte rupestre e onde viveram os primeiros habitantes do concelho h\u00e1 cerca de 50.000 anos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta terra humildemente gigante, o passado glorioso convive com o presente din\u00e2mico, em parte ditado pela intensa vida cultural. Ao longo do ano, h\u00e1 incont\u00e1veis atividades no \u00e2mbito da m\u00fasica, desporto, gastronomia, teatro, dan\u00e7a, etnografia, e muito mais.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Do castelo \u00e0s ruas da cidade<\/h4>\n\n\n\n<p>Come\u00e7amos pelo ex-l\u00edbris da cidade, o <strong>Castelo Medieval<\/strong>, com tanta hist\u00f3ria para contar: foi no Pa\u00e7o do Alcaide que Vasco da Gama finalizou os planos para o caminho mar\u00edtimo para a \u00cdndia. Este mesmo castelo, resistiu \u00e0 Guerra da Restaura\u00e7\u00e3o contra Castela, \u00e0s invas\u00f5es napole\u00f3nicas e foi o quartel-general das tropas liberais sob o comando do marechal duque de Saldanha, na Guerra Civil Portuguesa.<\/p>\n\n\n\n<p>A imagina\u00e7\u00e3o divaga enquanto entramos no castelo pela Porta da Vila, apreciamos o bras\u00e3o manuelino da Casa da Guarda e subimos \u00e0 Torre do Rel\u00f3gio. Ainda nas muralhas, passamos pelo <strong>Convento da Sauda\u00e7\u00e3o<\/strong>, de grande valor art\u00edstico, e pela Igreja de S\u00e3o Tiago, que hoje alberga o <strong>Centro Interpretativo do Castelo<\/strong>, onde se pode conhecer a hist\u00f3ria e a evolu\u00e7\u00e3o desta povoa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois desta aut\u00eantica viagem no tempo por entre as ru\u00ednas do castelo, decidimos visitar o <strong>Convento de S\u00e3o Francisco<\/strong>, classificado como Im\u00f3vel de Interesse P\u00fablico desde 2010, e o <strong>Santu\u00e1rio de Nossa Senhora da Visita\u00e7\u00e3o<\/strong>, uma ermida do s\u00e9culo XVI em estilo manuelino-mourisco, com pain\u00e9is de azulejos do s\u00e9culo XVIII alusivos \u00e0 vida de Maria e uma cole\u00e7\u00e3o composta por mais de 200 ex-votos, ret\u00e1bulos, fotografias e at\u00e9 animais embalsamados.<\/p>\n\n\n\n<p>L\u00e1 em baixo, nas ruas da cidade, \u00e9 fazer uma \u201cca\u00e7a ao tesouro\u201d pelo maravilhoso patrim\u00f3nio que a cidade tem para oferecer, como a magn\u00edfica <strong>Igreja Matriz<\/strong>, que no passado pertencia ao Convento de S. Jo\u00e3o de Deus (santo padroeiro dos doentes nascido nesta cidade), o portal manuelino da <strong>Igreja da Miseric\u00f3rdia<\/strong>, a sacristia e a pintura da <strong>Igreja do Calv\u00e1rio<\/strong> ou o <strong>Chafariz do Besugo<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>E se o telem\u00f3vel, grande companheiro de viagem, tiver algum problema? S\u00f3 precisa de contactar o <strong>iServices <\/strong>e solicitar uma recolha gratuita do equipamento. A rapidez da repara\u00e7\u00e3o \u00e9 garantida, para que possa contar com o seu copiloto durante o resto da rota.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Relaxar e (bem) comer<\/h4>\n\n\n\n<p>O <strong>jardim p\u00fablico<\/strong> e as <strong>piscinas municipais<\/strong> t\u00eam todos os ingredientes para descansar, apreciar a tranquilidade ou refrescar o corpo. Para desfrutar da boa mesa, com boa-disposi\u00e7\u00e3o \u00e0 mistura, fomos ao restaurante <strong>A Ribeira \u201cEmenta Cantada\u201d<\/strong>. Aqui, a gastronomia regional est\u00e1 muito bem representada, a comida \u00e9 excelente, o atendimento \u201ccinco estrelas\u201d e a ementa \u00e9 literalmente cantada! Quem viaja pela Estrada Nacional 2 n\u00e3o pode perder esta experi\u00eancia inesquec\u00edvel, em todos \u2013 e para todos \u2013 os sentidos. At\u00e9 porque o restaurante \u00e9 de f\u00e1cil acesso, mesmo para os ve\u00edculos de grande dimens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Se decidir ficar por Montemor-o-Novo mais uns dias, o <strong>Burriscas Campismo Rural<\/strong> \u00e9 o poiso ideal para quem gosta do sossego do campo, mas n\u00e3o quer perder a cidade de vista. Com o castelo como horizonte e a ecopista mesmo ao lado, os <em>bungalows<\/em> est\u00e3o equipados com cama, casa de banho, kitchenette, ar condicionado e televis\u00e3o. E os mais pequenos t\u00eam um jardim com parque infantil. N\u00f3s visit\u00e1mos e recomendamos.<\/p>\n\n\n<div data-uk-grid class=\"featured-box uk-card uk-grid-collapse uk-margin\"><div class=\"uk-width-1-1\"><div class=\"uk-card-body\"><h3 class=\"uk-card-title\">Tesouros arqueol\u00f3gicos a visitar:<\/h3>\u2022 Grutas do Escoural e o Conjunto arqueol\u00f3gico do Escoural;<br \/>\u2022 Anta de S\u00e3o Brissos e Anta-Capela de Nossa Senhora do Livramento;<br \/>\u2022 Museu de Arqueologia de Montemor-o-Novo.<\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Alc\u00e1\u00e7ovas, vila de pergaminhos seculares<\/h2>\n\n\n\n<p>Num salto, estamos em Alc\u00e1\u00e7ovas, uma linda freguesia de branco casario e com faixas coloridas. Pertencente ao concelho de Viana do Alentejo, tem muita hist\u00f3ria para contar.<\/p>\n\n\n\n<p>Por aqui passaram romanos e \u00e1rabes, mas s\u00f3 quando D. Dinis mandou reconstruir um dos castelos para sua morada lhe foi dada a merecida import\u00e2ncia. Do seu orgulhoso patrim\u00f3nio, destaca-se o <strong>Pa\u00e7o dos Henriques<\/strong>, onde foi assinado o famoso Tratado de Alc\u00e1\u00e7ovas. Inseridos no conjunto arquitet\u00f3nico do Pa\u00e7o dos Henriques, n\u00e3o quisemos perder a oportunidade de visitar a <strong>Capela e o Jardim das Conchas<\/strong>, prova \u201cprovada\u201d da diversidade cultural do Alentejo. Reedificada no s\u00e9culo XVII, foi criada com cerca de 26 esp\u00e9cies de conchas, em sintonia com a azulejaria e os elementos v\u00edtreos, e um circuito de \u00e1gua. A forte imagem mar\u00edtima n\u00e3o escapa a nenhum visitante.<\/p>\n\n\n\n<p>De seguida, demoramo-nos na altiva <strong>Igreja Matriz do Salvador de Alc\u00e1\u00e7ovas<\/strong>, que \u00e9 o primeiro edif\u00edcio do estilo templo-sal\u00e3o, e um excelente exemplar da harmoniosa conviv\u00eancia entre o estilo renascentista e o barroco.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">H\u00e1 chocalhos e doces conventuais<\/h4>\n\n\n\n<p>Com a pressa dilu\u00edda no vagar alentejano, dirigimo-nos ao <strong>Museu dos Chocalhos<\/strong>, onde est\u00e1 retratado um dos principais produtos feitos na freguesia desde tempos remotos \u2013 considerado pela UNESCO como Patrim\u00f3nio Cultural Imaterial com Necessidade de Salvaguarda Urgente. Nesta terra de conventos e pal\u00e1cios reais, onde a divinal do\u00e7aria conventual cumpre a secular tradi\u00e7\u00e3o, rendemo-nos a v\u00e1rias especialidades, entre as quais os amores de Viana e o bolo real de Alc\u00e1\u00e7ovas. Se de gula porventura se trata, pecado seria n\u00e3o os provar.<\/p>\n\n\n<div data-uk-grid class=\"featured-box uk-card uk-grid-collapse uk-margin\"><div class=\"uk-width-1-1\"><div class=\"uk-card-body\"><h3 class=\"uk-card-title\">Outros locais a visitar:<\/h3>\u2022 Igreja da Miseric\u00f3rdia;<br \/>\u2022 Ermidas de S\u00e3o Pedro de Sequeiras, de S\u00e3o Teot\u00f3nio e de S\u00e3o Geraldo;<br \/>\u2022 Convento de Nossa Senhora da Esperan\u00e7a.<\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">km 550<\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Viana do Alentejo, um livro aberto de Hist\u00f3ria e tradi\u00e7\u00f5es<\/h2>\n\n\n\n<p>Na serra com o mesmo nome, rodeada de belas paisagens, cheg\u00e1mos a Vianado Alentejo (quil\u00f3metro 550). Ponto de encontro de antigos caminhos romanos, as suas origens parecem remontar ao s\u00e9culo XIII, quando era denominada &#8220;Viana a par d&#8217;Alvito&#8221;. Hoje, \u00e9 um convite aberto \u00e0 descoberta do seu patrim\u00f3nio material e imaterial.<\/p>\n\n\n\n<p>Em pleno centro hist\u00f3rico, vemos o peculiar <strong>castelo<\/strong>, a partir do qual irradiam as v\u00e1rias ruas da vila. De estilo g\u00f3tico, com alguns ornamentos em estilo manuelino, este conjunto arquitet\u00f3nico com uma estrutura amuralhada e um conjunto de espa\u00e7os religiosos no seu interior foi mandado construir por D. Dinis em 1313. Hoje est\u00e1 classificado como Monumento Nacional. <\/p>\n\n\n\n<p>No interior do castelo, vimos a <strong>Igreja Matriz<\/strong>, com a sua porta magnificamente esculpida, e a <strong>Igreja da Miseric\u00f3rdia<\/strong>, com o seu espetacular portal manuelino e os padr\u00f5es de frescos e azulejos multicolores. Refrescamos a vista com pitorescas <strong>fontes e chafarizes<\/strong>. Ao longo de s\u00e9culos, as fontes naturais ajudaram a transformar secas plan\u00edcies em hortas, fixando os habitantes.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 fora da vila, o <strong>Santu\u00e1rio de Nossa Senhora d\u2019Aires<\/strong> \u00e9 digno de se ver. De tra\u00e7a barroca com elementos rococ\u00f3, este templo mariano de grande beleza continua a atrair peregrinos desde 1743.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Pequena em<\/strong> <strong>tamanho, rica em festas e tradi\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>C\u00e9lebre \u00e9 o artesanato e a produ\u00e7\u00e3o local, como a olaria ou o m\u00e1rmore verde, que se junta ao cante alentejano para, como \u00e9 da tradi\u00e7\u00e3o, se fazer a festa. Boa-disposi\u00e7\u00e3o e boa gente tem esta terra em abund\u00e2ncia. Deixe-se contagiar, visitando a centen\u00e1ria Feira D\u2019Aires (setembro) ou a Romaria a Cavalo (abril). Estas datas j\u00e1 est\u00e3o reservadas na agenda, o Passaporte da Nacional 2 tem mais um carimbo e est\u00e1 na altura de prosseguir em dire\u00e7\u00e3o ao pr\u00f3ximo destino.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Torr\u00e3o, a princesa do rio Xarrama<\/h4>\n\n\n\n<p>A Estrada Nacional 2 atravessa a vila do Torr\u00e3o, do quil\u00f3metro 565 ao quil\u00f3metro 566. Situado na margem do rio Xarrama e numa regi\u00e3o aben\u00e7oada pela natureza, Torr\u00e3o oferece uma bela experi\u00eancia pelo melhor que o interior do Alentejo tem para oferecer. <\/p>\n\n\n\n<p>Torr\u00e3o \u2013 cujo nome tem origem na palavra torrejam, que significa \u201ctorre grande\u201d \u2013 ter\u00e1 sido um povoado com ra\u00edzes nos tempos pr\u00e9-hist\u00f3ricos, como \u00e9 vis\u00edvel na Anta do Torr\u00e3o ou no Monte da Tumba do per\u00edodo Calcol\u00edtico. Para al\u00e9m da passagem dos romanos, tamb\u00e9m foi habitado por \u00e1rabes at\u00e9 1217, data em que foi doado \u00e0 Ordem de Santiago ap\u00f3s a reconquista. Ao passear por esta bonita freguesia, com a calma que se imp\u00f5e, contemplamos o alvo casario coroado por grandes chamin\u00e9s. Inserida neste conjunto harmonioso, surge a <strong>Igreja de Nossa Senhora da Assun\u00e7\u00e3o (Igreja Matriz)<\/strong> e despontam fontes, como a Fonte Santa ou a Fonte da Partina.<\/p>\n\n\n\n<p>Seguindo at\u00e9 \u00e0 ponte romana sobre o rio Xarrama, tivemos o merecido descanso no parque de merendas, junto \u00e0 <strong>capela de S\u00e3o Jo\u00e3o Nepomuceno<\/strong>. Um pouco mais afastada, mas de visita obrigat\u00f3ria, \u00e9 a Ermida de Nossa Senhora do Bom Sucesso, cujas origens remontam ao reinado de D. Jo\u00e3o V e que demorou dois s\u00e9culos a ser constru\u00edda.<\/p>\n\n\n\n<p>A Nacional 2 n\u00e3o p\u00e1ra de nos surpreender. Descobrir cada um dos 28 munic\u00edpios por onde j\u00e1 pass\u00e1mos, foi como visitar \u201cvelhos amigos\u201d que nos recebem sempre de bra\u00e7os abertos. No pr\u00f3ximo epis\u00f3dio, a estrada leva-nos a Ferreira do Alentejo, Aljustrel, astro Verde e Almod\u00f4var. Esperamos por si.<\/p>\n\n\n<div data-uk-grid class=\"featured-box uk-card uk-grid-collapse uk-margin\"><div class=\"uk-width-1-1\"><div class=\"uk-card-body\"><h3 class=\"uk-card-title\">A oferta de Torr\u00e3o n\u00e3o se fica por aqui<\/h3>A gastronomia regional n\u00e3o precisa de apresenta\u00e7\u00f5es e a linda barragem do Vale do Gaio \u00e9 o spot ideal para quem ama a natureza e o sil\u00eancio ou para os amantes das mais variadas atividades de lazer, desporto e turismo.<\/div><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O recolher obrigat\u00f3rio inverteu-se e o programa Nacional 2 &#8211; Mais que uma estrada impele-nos a sair de casa. Temos vindo a descobrir verdadeiros achados hist\u00f3ricos, culturais, grastron\u00f3micos e paisag\u00edsticos. Multiplicam-se os cen\u00e1rios ideais para passeios a p\u00e9, de bicicleta, a cavalo, de barco ou de bal\u00e3o. E as aventuras dedobram-se. Em pleno Sul de Portugal, aguardam-nos algumas das localidades mais aut\u00eanticas do interior alentejano. Estamos de partida para mais um epis\u00f3dio que promete surpreender a cada etapa do itiner\u00e1rio: Montemor-o-Novo, Alc\u00e1\u00e7ovas, Viana do Alentejo e Torr\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"author":29,"featured_media":316,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[43],"class_list":["post-310","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sul","tag-episodio-10"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/310","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/users\/29"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=310"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/310\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":352,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/310\/revisions\/352"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/media\/316"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=310"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=310"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=310"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}