{"id":340,"date":"2022-10-05T08:00:00","date_gmt":"2022-10-05T07:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/?p=340"},"modified":"2022-10-04T15:23:22","modified_gmt":"2022-10-04T14:23:22","slug":"de-ferreira-do-alentejo-a-almodovar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/sul\/de-ferreira-do-alentejo-a-almodovar\/","title":{"rendered":"De Ferreira do Alentejo a Almod\u00f4var"},"content":{"rendered":"  <\/div><\/section><section class=\"section-youtube\">  <div class=\"uk-container\"><iframe width=\"1280\" height=\"720\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/OjWCTA2hM-Y?showinfo=0\" frameborder=\"0\" allowfullscreen data-uk-responsive loading=\"lazy\"><\/iframe>  <\/div><\/section><section class=\"uk-section\">  <div class=\"uk-container uk-container-small\">\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">km 595<\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Viajar no tempo por Ferreira do Alentejo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Em bom alentejano, agarr\u00e1mos nos quatro arr\u00e1teis e fizemo-nos ao primeiro destino.<\/p>\n\n\n\n<p>Ferreira do Alentejo (ao quil\u00f3metro 595) recebe quem por l\u00e1 passa com a calma alentejana, o seu rico patrim\u00f3nio e, claro, o delicioso p\u00e3o da regi\u00e3o. Aqui, onde a plan\u00edcie come\u00e7a a ganhar sinuosidade e a crescer em altitude, t\u00faneis de pinheiros d\u00e3o as boas-vindas aos viajantes. Mas no caminho para Ferreira do Alentejo, decidimos parar na <strong>praia fluvial da barragem de Odivelas<\/strong>, com zonas de recreio e lazer enquadradas numa paisagem digna de admira\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">O patrim\u00f3nio presente fala-nos do passado<\/h4>\n\n\n\n<p>A ocupa\u00e7\u00e3o humana de Ferreira do Alentejo \u00e9 muito antiga e testemunhada pelo enorme esp\u00f3lio arqueol\u00f3gico com vest\u00edgios do per\u00edodo Calcol\u00edtico, das ocupa\u00e7\u00f5es visig\u00f3tica, romana e \u00e1rabe. Depois da Reconquista Crist\u00e3, em 1233, passou a pertencer \u00e0 Ordem de Santiago.<\/p>\n\n\n\n<p>Do patrim\u00f3nio edificado, a <strong>Capela do Calv\u00e1rio<\/strong> \u00e9 a imagem de marca desta terra e exemplar \u00fanico no pa\u00eds: de arquitetura arrojada, a c\u00fapula com pequenas pedras negras remete para o Calv\u00e1rio de Cristo.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o vai querer perder a <strong>Igreja de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o<\/strong>, cuja imagem da padroeira ter\u00e1 acompanhado Vasco da Gama no caminho mar\u00edtimo para a \u00cdndia, a <strong>Igreja da Miseric\u00f3rdia<\/strong> com o seu bonito p\u00f3rtico manuelino e a barroca <strong>Igreja Matriz<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e1tuas h\u00e1 muitas, em Ferreira do Alentejo, mas a da <strong>\u201cFerreira\u201d<\/strong> \u2013 que remete para uma lenda do s\u00e9culo V, segundo a qual a esposa de um ferreiro ter\u00e1 defendido a regi\u00e3o de uma invas\u00e3o b\u00e1rbara \u2013 \u00e9 lend\u00e1ria, literalmente. E para ficar a conhecer melhor o modo de vida, do sentir e do estar das gentes desta bel\u00edssima localidade, nada melhor do que visitar o <strong>Museu Municipal<\/strong>, inaugurado em 2004. Antes de chegar ao pr\u00f3ximo destino, pass\u00e1mos por Alfund\u00e3o \u2013 uma das mais antigas freguesias do Alentejo \u2013 onde continua a reinar soberana a antiga <strong>Ponte Romana<\/strong>.<\/p>\n\n\n<div data-uk-grid class=\"featured-box uk-card uk-grid-collapse uk-margin\"><div class=\"uk-width-1-1\"><div class=\"uk-card-body\"><h3 class=\"uk-card-title\">Gosta de feiras?<\/h3>N\u00e3o perca a Feira Anual de Ferreira do Alentejo e a Feira do Mel\u00e3o.<\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">km 618<\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Aljustrel, o vale encantado<\/h2>\n\n\n\n<p>Seguindo a rota da Nacional 2 rumo a Faro, prosseguimos a travessia alentejana, cuja \u00e1rea corresponde a cerca de um ter\u00e7o do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>O munic\u00edpio de Aljustrel, ao quil\u00f3metro 618, situa-se em pleno Baixo Alentejo e \u00e9 fortemente marcado pela interioridade. Designado por muitos como o \u201cvale encantado\u201d, deslumbra pela vastid\u00e3o dos campos e a imensid\u00e3o das plan\u00edcies. Fascina pelas ruas da vila, pelos espa\u00e7os ajardinados e pelos detalhes, como as chamin\u00e9s, as portas ou as janelas.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Passado milenar de minera\u00e7\u00e3o<\/h4>\n\n\n\n<p>Considerado uma das povoa\u00e7\u00f5es mais antigas de Portugal, Aljustrel \u00e9 conhecido pelas jazidas minerais e pela atividade mineira, que moldou os h\u00e1bitos e tradi\u00e7\u00f5es das suas gentes. Se os dados arqueol\u00f3gicos indiciam que a explora\u00e7\u00e3o do min\u00e9rio possa ter come\u00e7ado cerca de 3000 anos a.C., o certo \u00e9 que s\u00f3 a partir da ocupa\u00e7\u00e3o romana houve uma explora\u00e7\u00e3o em larga escala.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, al\u00e9m das instala\u00e7\u00f5es desativadas que pode visitar, a exposi\u00e7\u00e3o permanente do <strong>Museu Municipal <\/strong>conta a hist\u00f3ria da minera\u00e7\u00e3o em Aljustrel.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Terra de lendas e encantamentos<\/h4>\n\n\n\n<p>Aproveitando para contemplar paisagens de cortar a respira\u00e7\u00e3o, espreit\u00e1mos a <strong>Ermida de Santa Maria do Castelo<\/strong>, t\u00e3o ligada \u00e0 f\u00e9 das popula\u00e7\u00f5es do concelho. Edificada no local do antigo castelo de Aljustrel, que remonta \u00e0 \u00e9poca da ocupa\u00e7\u00e3o \u00e1rabe, ainda existe uma pedra da sua constru\u00e7\u00e3o original. Reza a lenda que, se a pedra for retirada da igreja, o mar entrar\u00e1 pela terra e inundar\u00e1 a vila. E que se lhe encostar o ouvido pode ouvir o som do mar. Se \u00e9 assim ou n\u00e3o, eis a quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Certo \u00e9 que do <strong>Miradouro da Ermida de Santa Maria do Castelo <\/strong>alcan\u00e7a uma incr\u00edvel panor\u00e2mica de toda a vila de Aljustrel, do <strong>marco geod\u00e9sico<\/strong>, dos antigos <strong>moinhos de vento<\/strong>, da<strong> pra\u00e7a de touros<\/strong> e do complexo mineiro.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 nas ruas da vila n\u00e3o faltam encantadores recantos, um jardim p\u00fablico para repousar ou as piscinas municipais se precisar de se refrescar.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cante alentejano, \u00fanico no mundo<\/strong> Como Alentejo n\u00e3o \u00e9 Alentejo sem o cante alentejano, tivemos o privil\u00e9gio de assistir a uma emocionante <em>performance<\/em> do primeiro grupo de mulheres constitu\u00eddo ap\u00f3s o 25 de Abril: o<strong> Grupo Coral de Ervidel, Flores da Primavera<\/strong>. Cantado em coro e sem recurso a instrumentos musicais, o cante alentejano \u00e9 muito mais do que uma express\u00e3o meramente musical; \u00e9, tal como refere o m\u00fasico Paulo Ribeiro, \u201cum tra\u00e7o da identidade do povo alentejano\u201d. \u201cO cante \u00e9 dos homens e das mulheres e, neste momento, tamb\u00e9m da humanidade, desde que foi classificado pela UNESCO, em 2014, como Patrim\u00f3nio Cultural e Imaterial da Humanidade.\u201d<\/p>\n\n\n<div data-uk-grid class=\"featured-box uk-card uk-grid-collapse uk-margin\"><div class=\"uk-width-1-1\"><div class=\"uk-card-body\"><h3 class=\"uk-card-title\">Uma forma sustent\u00e1vel de conhecer a cidade<\/h3>Aljustrel tem o maior percurso urbano mineiro do pa\u00eds. Ao longo de 12 quil\u00f3metros, aprecie o patrim\u00f3nio mineiro, religioso e agr\u00edcola, e conviva com os habitantes locais.<\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">km 640<\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Castro Verde, no Campo Branco<\/h2>\n\n\n\n<p>Supostamente edificado sobre um castro lusitano, foi denominado <em>Castrum Veteris <\/em>pelos romanos.<\/p>\n\n\n\n<p>Rodeado de extensas plan\u00edcies \u2013 denominadas \u201cCampo Branco\u201d \u2013 o concelho de Castro Verde chega ao quil\u00f3metro 640. Castro Verde \u00e9, desde 2017, Reserva da Biosfera pela UNESCO. Esta zona protegida onde vivem in\u00fameras esp\u00e9cies de animais, algumas das quais entre as mais amea\u00e7adas na Europa, \u00e9 o para\u00edso para os apaixonados pelo<em> birdwatching<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Patrim\u00f3nio arquitet\u00f3nico num mundo de natureza<\/h4>\n\n\n\n<p>Aqui, o sagrado tem um tempo de culto imemorial, bem patente nas ermidas, capelas, igrejas e pequenos templos. Pode come\u00e7ar pela<strong> Igreja de Nossa Senhora dos Rem\u00e9dios<\/strong> para terminar em grande, com a <strong>Bas\u00edlica Real<\/strong>, refer\u00eancia na silhueta urbana. Projetada pelo arquiteto Jo\u00e3o Nunes, tem nos azulejos setecentistas a hist\u00f3ria de um dos mais importantes acontecimentos hist\u00f3ricos nacionais: a Batalha de Ourique, em 1139. Dentro da igreja pode visitar o Tesouro da Bas\u00edlica Real e o n\u00facleo museol\u00f3gico de arte sacra.&nbsp;Aproveite para ir ao miradouro da Bas\u00edlica, de onde se pode avistar a imperturbada paisagem alentejana.<\/p>\n\n\n\n<p>A cereja no topo do bolo \u00e9 deambular pelas ruas de Castro Verde. Vimos os <strong>Pa\u00e7os do Concelho<\/strong>, o <strong>Padr\u00e3o<\/strong> (monumento evocativo da Batalha de Ourique), passe\u00e1mos pelo bonito<strong> jardim da cidade<\/strong> e visit\u00e1mos o <strong>Museu da Lucerna<\/strong>, que oferece uma cole\u00e7\u00e3o \u00fanica de lucernas da \u00e9poca romana, datadas do s\u00e9culo I ao s\u00e9culo III d.C.<\/p>\n\n\n\n<p>No final, tomados pelo aprazimento, (re)confirm\u00e1mos que, no Alentejo, o tempo tem mesmo mais tempo.<\/p>\n\n\n<div data-uk-grid class=\"featured-box uk-card uk-grid-collapse uk-margin\"><div class=\"uk-width-1-1\"><div class=\"uk-card-body\"><h3 class=\"uk-card-title\">V\u00e1 \u00e0 maior feira do Baixo Alentejo<\/h3>No terceiro fim de semana de outubro realiza-se a Feira de Castro, que ter\u00e1 tido in\u00edcio em 1620, por ordem do rei Filipe II.<\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">km 661<\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Almod\u00f4var, entre o Alentejo e o Algarve<\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c0 medida que caminhamos para sul, o concelho de Almod\u00f4var marca a transi\u00e7\u00e3o entre a plan\u00edcie alentejana e o Algarve.<\/p>\n\n\n\n<p>Pr\u00f3ximo de Beja, ao quil\u00f3metro 661 da Nacional 2, a vila tem um charme todo seu. Pacata, tradicional e marcadamente agr\u00edcola, tem hist\u00f3ria para contar. S\u00e3o muitos os pontos de interesse, desde a imponente<strong> Igreja Matriz de Santo Ildefonso<\/strong>, exemplo elaborado da \u201cigreja-sal\u00e3o\u201d rica em detalhes, passando pela <strong>Igreja da Miseric\u00f3rdia<\/strong>,at\u00e9 ao <strong>Convento da Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o<\/strong>, cujos altares em talha dourada, quadros e pintura no teto da capela-mor s\u00e3o dignos de nota.<\/p>\n\n\n\n<p>De arquitetura popular, vern\u00e1cula e barroca, n\u00e3o quisemos perder a <strong>Ermida de Santo Amaro<\/strong>, num dos pontos mais altos da vila, nem a <strong>Ermida de Santo Ant\u00f3nio<\/strong>, que ainda guarda no seu interior restos de frescos alusivos \u00e0 vida do santo que lhe deu o nome.<\/p>\n\n\n\n<p>Numa vila que continua a ser terra de sapateiros e correeiros, h\u00e1 que admirar as peculiares <strong>esculturas do Sapateiro, do Mineiro e do Bombeiro<\/strong>, feitas por Aureliano Aguiar e concebidas como homenagem a of\u00edcios que tanto marcaram os almodovarenses.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando o est\u00f4mago come\u00e7ar a dar horas, \u00e9 ir ao <strong>Mercado Municipal<\/strong> para apreciar uma constru\u00e7\u00e3o em <em>art d\u00e9co<\/em> e saborear as iguarias t\u00edpicas.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">A cultura perpetua-se<\/h4>\n\n\n\n<p>N\u00e3o pod\u00edamos deixar o munic\u00edpio sem admirar a incontorn\u00e1vel <strong>Ponte Medieval sobre a Ribeira de Cobres<\/strong>, sem apreciar o <strong>P\u00f3lo Museol\u00f3gico C\u00e2ndido Guerreiro e Condes de Alte <\/strong>e, sobretudo, sem visitar o tesouro \u00fanico que encerra o <strong>Museu da Escrita do Sudoeste de Almod\u00f4var<\/strong>. Trata-se da escrita c\u00f3nia, a mais antiga grafia da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, usada pelos povos que habitavam este territ\u00f3rio h\u00e1 mais de 2500 anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">As surpresas somam e seguem<\/h4>\n\n\n\n<p>Num ponto fronteiri\u00e7o entre o barrocal algarvio e as plan\u00edcies do Baixo Alentejo, somos surpreendidos pela rara beleza que nos \u00e9 oferecida do <strong>Miradouro do Caldeir\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Prosseguindo mais um pouco, j\u00e1 em dire\u00e7\u00e3o ao Algarve, eis que surge a pitoresca <strong>aldeia de Alte<\/strong>, que continua a resistir ao desenfreado turismo algarvio.<\/p>\n\n\n\n<p>Aproveitamos para relaxar junto das<strong> Fontes de Alte<\/strong>, um dos lugares mais apraz\u00edveis da regi\u00e3o, onde as \u00e1guas cristalinas da ribeira s\u00e3o circundadas por uma linda zona arborizada. Se procura paz de esp\u00edrito, aqui encontra-a certamente. Esta rota tem o poder de criar la\u00e7os: entre territ\u00f3rios, entre tradi\u00e7\u00f5es, entre o viajante e cada localidade por onde passa.<\/p>\n\n\n<div data-uk-grid class=\"featured-box uk-card uk-grid-collapse uk-margin\"><div class=\"uk-width-1-1\"><div class=\"uk-card-body\"><h3 class=\"uk-card-title\">Festas e festividades<\/h3>Festas de S. Jo\u00e3o, com cortejo de oferendas e arraial (s\u00e1bado anterior ao dia 24 de junho)<br \/>\nFeiras: de Abril, de Santo Amaro, do Cogumelo e do Medronho ou a Feira dos Passos.<\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<p>No \u00faltimo epis\u00f3dio do programa <em>Nacional 2 \u2013 Mais do que uma estrada<\/em>, partimos \u00e0 descoberta de Loul\u00e9, S\u00e3o Br\u00e1s de Alportel e, finalmente, cortamos a meta em Faro. At\u00e9 j\u00e1.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Regressar \u00e0 Estrada Nacional 2 \u00e9 constatar que h\u00e1 sentimentos que n\u00e3o se esgotam: esta vontade de avan\u00e7ar, de explorar e de usufruir do melhor que o interior de Portugal tem para nos dar, em toda a sua diversidade e autenticidade. Prontos para iniciar o d\u00e9cimo primeiro epis\u00f3dio do programa <em>Nacional 2 \u2013 Mais do que uma estrada<\/em>, ainda temos muito \u00e0 nossa espera: Ferreira do Alentejo, Aljustrel, Castro Verde e Almod\u00f4var. N\u00e3o perca pitada.<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":343,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[46],"class_list":["post-340","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sul","tag-episodio-11"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/340","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=340"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/340\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":349,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/340\/revisions\/349"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/media\/343"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=340"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=340"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/mais-do-que-uma-estrada\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=340"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}