{"id":361,"date":"2022-09-23T18:41:36","date_gmt":"2022-09-23T17:41:36","guid":{"rendered":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-com-historia\/?p=361"},"modified":"2022-09-23T18:41:37","modified_gmt":"2022-09-23T17:41:37","slug":"a-eterna-insatisfeita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-com-historia\/empresas\/a-eterna-insatisfeita\/","title":{"rendered":"A eterna insatisfeita"},"content":{"rendered":"\n<p>A ideia come\u00e7ou ainda na faculdade, quando a dupla de amigos Francisco Leite e Pedro Filipe Santos come\u00e7ou a fazer trabalhos de grupo e a apresentar casos, replicando a estrutura de uma ag\u00eancia de publicidade real. No Instituto Superior de Comunica\u00e7\u00e3o Empresarial (ISCEM), a componente pr\u00e1tica era muito relevante e os casos, tal como os clientes, eram reais. As equipas de alunos concorriam entre si, e o grupo ao qual esta dupla pertencia ganhava sempre. Os dois amigos perceberam que se calhar tamb\u00e9m seriam capazes de ganhar no mundo que existia para l\u00e1 das portas da faculdade. E do sonho de dois amigos, conta Francisco Leite, nasceu a Sumo.<\/p>\n\n\n\n<p>Estavam no in\u00edcio do ano de 1997 e decidiram dar o passo em frente. Apesar de n\u00e3o terem clientes nem recursos, tinham muita vontade de trabalhar e, como conta Francisco, \u201cconquistar o mundo\u201d. Um apartamento devoluto do pai de Francisco, num pr\u00e9dio de habita\u00e7\u00e3o no Restelo, em Lisboa, foi o espa\u00e7o conseguido para se instalarem. Estava longe de corresponder \u00e0 imagem institucional de um escrit\u00f3rio, mas era o que tinham. Isso e \u201cuma mesa de cozinha emprestada por uma tia, uma cadeira, um Macintosh e um telefone\u201d. Falta referir que tinham tamb\u00e9m um nome: Sumo. Sumo? Francisco assume que n\u00e3o foi f\u00e1cil: \u201cQuer\u00edamos que fosse um nome curto, facilmente memoriz\u00e1vel e que tivesse conte\u00fado, que n\u00e3o fosse uma coisa b\u00e1sica, ou uma sigla. Tinha de ser algo que explicasse o que and\u00e1vamos a fazer. A ideia acabou por partir de um amigo do Pedro [Filipe Santos]. Gost\u00e1mos. Ao fim e ao cabo \u2018Sumo\u2019 sintetiza aquilo que \u00e9 o nosso trabalho: espremer ideias, insights, conceitos, at\u00e9 que ficamos com o melhor da fruta, o melhor das ideias.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Acreditar sempre<\/h2>\n\n\n\n<p>Assim foram para o mercado, trabalhando muito, batendo a muitas portas e acreditando no seu potencial mesmo quando quase ningu\u00e9m acreditava. Francisco Leite partilha que numa primeira fase fizeram \u201cpequenos trabalhos, alguns para ag\u00eancias de comunica\u00e7\u00e3o, que nessa \u00e9poca ainda n\u00e3o tinham uma componente criativa pr\u00f3pria. Todos os trabalhos eram bem-vindos, pois sab\u00edamos que para conquistarmos clientes mais importantes levaria o seu tempo. Mas lembro-me de uma vez, em que est\u00e1vamos eu e o Pedro a almo\u00e7ar com alguns ex-colegas de faculdade que j\u00e1 se tinham encaixado no mercado e de \u00e0s tantas nos perguntarem: \u201cEnt\u00e3o como est\u00e1 a correr a Sumo?\u201d Por esses dias tinham-nos adjudicado o relat\u00f3rio e contas da Portug\u00e1lia, e ent\u00e3o respondemos com um ar orgulhoso que acab\u00e1ramos de ficar com esse trabalho. De imediato, dispararam, num tom ir\u00f3nico: \u201cRelat\u00f3rio e contas? Isso \u00e9 \u2018muitaaa\u2019 bom!\u201d. Mas nada os desmoralizou e no dia em que conseguiram o primeiro grande cliente, o Instituto Portugu\u00eas da Juventude, a vit\u00f3ria teve um sabor especial.<\/p>\n\n\n<blockquote class=\"uk-margin-medium\"><span uk-icon=\"icon: quote-right; ratio: 4.0\"><\/span><h3 class=\"uk-margin-top uk-margin-small-bottom\">Sumo sintetiza aquilo que \u00e9 o nosso trabalho: espremer ideias, insights, conceitos, at\u00e9 que ficamos com o melhor da fruta, o melhor das ideias.<\/h3><footer><cite>Francisco Leite, diretor-geral da Sumo<\/cite><\/footer><\/blockquote>\n\n\n<div class=\"uk-inline\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/bs\/uploads\/sites\/112\/2022\/09\/44784465-1-1200x630.jpg\" alt=\"A eterna insatisfeita | Neg\u00f3cios com Hist\u00f3ria\" loading=\"lazy\" \/><\/div><p class=\"uk-hidden@s uk-text-small uk-text-muted uk-margin-small-top uk-margin-medium-bottom uk-text-left\"><\/p>\n\n\n\n<p>Fugir a clich\u00e9s, apresentar or\u00e7amentos competitivos, por ainda serem pouco conhecidos no mercado, e uma parceria com um est\u00fadio em Leiria, que fazia a p\u00f3s-produ\u00e7\u00e3o dos filmes, foram algumas das estrat\u00e9gias que a Sumo adotou para mostrar o seu valor. E o reconhecimento do talento que tinham, por parte de ex-colegas de faculdade que estavam a trabalhar em gabinetes de marketing e rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de empresas, e que os chamavam quando existiam oportunidades, permitiu-lhes ganhar terreno e portef\u00f3lio num mundo em que quem dominava eram as grandes ag\u00eancias internacionais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O peso das ag\u00eancias multinacionais<\/h2>\n\n\n\n<p>Numa \u00e9poca em que havia mais dinheiro, em que a EXPO`98 abria as suas portas e os rendimentos, das fam\u00edlias e das empresas, estavam mais pr\u00f3speros que nunca, as dificuldades ainda atravessavam o caminho da Sumo. Francisco Leite explica que apesar do networking que faziam, \u201co mercado estava sob o controlo absoluto das multinacionais\u201d. \u201cN\u00e3o se dava credibilidade a projetos nacionais, muito menos pequenos\u201d. Assim, apresentavam propostas e ouviam frequentemente que eram a melhor, \u201cmas no momento de escolher preferiam jogar pelo seguro, ou seja, encomendar as campanhas a uma multinacional\u201d. \u201cQuando quer\u00edamos ir para outros n\u00edveis, candidatar-nos a trabalhos que nos dessem mais visibilidade, o peso das multinacionais, o peso da cultura que beneficiava as grandes estruturas e a ideia de jogar pelo seguro cortavam-nos as asas. E essa resist\u00eancia era o que mais nos assustava\u201d, revela Francisco.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda assim, a resili\u00eancia \u00e9 tamb\u00e9m uma das carater\u00edsticas diferenciadoras desta ag\u00eancia e os dois s\u00f3cios definiram um modelo de neg\u00f3cio que lhes permitiu ser mais competitivos. Como tinham poucos custos fixos, conseguiam apresentar pre\u00e7os mais baixos dos que as multinacionais, e continuaram fi\u00e9is a si mesmos, com abordagens diferenciadoras e inovadoras, sempre com orgulho no que faziam. Francisco Leite conta que a quest\u00e3o da abordagem ao cliente tamb\u00e9m se tornou num fator bastante relevante para o crescimento da ag\u00eancia: \u201cOlh\u00e1vamos para os clientes de uma forma muito mais estrat\u00e9gica do que era normal acontecer nas ag\u00eancias de publicidade. Nunca fomos a um cliente mostrar portef\u00f3lio. Faz\u00edamos sempre quest\u00e3o de ir para as reuni\u00f5es com uma ideia que tivesse a ver com o seu neg\u00f3cio, olhando para a concorr\u00eancia e o mercado. Foi com esta atitude inovadora e proativa que fomos ganhando credibilidade.\u201d Deste modo, e sempre com a capacidade de \u201cpensar mais longe, mais a m\u00e9dio e longo prazo, tomando sempre em conta o ADN dos clientes\u201d, foram ganhando contas maiores, como o Finibanco, a Sicasal ou o grupo Piaggio.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a Piaggio, conta Francisco Leite, foi desenvolvida \u201cuma campanha ambiciosa, com uma vertente de action marketing\u201d. \u201cGostaram. De tal forma que nos deram outras oportunidades. Estavam na Young &amp; Rubicam [uma grande ag\u00eancia de publicidade norte-americana, fundada em 1923] e acabaram a mudar-se para a Sumo. Nessa altura, prov\u00e1mos a n\u00f3s pr\u00f3prios que t\u00ednhamos um caminho.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ponto de viragem<\/h2>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, os caminhos, por vezes, dividem-se e as expectativas dos dois s\u00f3cios, quatro anos depois da funda\u00e7\u00e3o da Sumo, tornaram-se divergentes. Assim, Pedro Filipe Santos deixa a Sumo com Francisco Leite, que al\u00e9m de ter ficado com \u201cum vazio\u201d, se viu a bra\u00e7os com um problema de comunica\u00e7\u00e3o para o exterior: \u201cA Sumo era um projeto a dois, a fus\u00e3o de duas personalidades. Nesses quatro anos e meio, vendemo-la sempre como uma empresa baseada numa dupla perfeita. O que poderia eu dizer a clientes e parceiros? Que a hist\u00f3ria que and\u00e1mos a contar j\u00e1 n\u00e3o era bem assim?\u201d, pergunta Francisco. Agora, olhando agora para tr\u00e1s, percebe que o aconteceu fez parte das chamadas dores de crescimento, que tamb\u00e9m as empresas t\u00eam. E ao comunicar aos clientes o sucedido, Francisco recebeu um feedback positivo, que lhe mostrou que a mudan\u00e7a n\u00e3o implicaria perder clientes. Assim, a vida da Sumo continuou, e poucos anos depois chega o ponto de viragem: a entrada do Millennium bcp como cliente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cFoi a\u00ed que nos torn\u00e1mos adultos, porque fomos obrigados a ter uma capacidade de resposta, uma gin\u00e1stica intelectual e uma criatividade como nunca nos tinha sido exigido\u201d. E, claro, a Sumo esteve \u00e0 altura. Prova disso foi o que Francisco Leite chama de \u201cmomento hist\u00f3rico\u201d: o desafio, por parte do Millennium, para apresentarem uma estrat\u00e9gia para a American Express, para o lan\u00e7amento dos novos cart\u00f5es de cr\u00e9dito. Francisco conta que na altura foram a Londres, \u201c\u00e0 sede da Ogilvy [uma grande ag\u00eancia de publicidade, fundada em 1948], que tinha a conta da marca\u201d. \u201cEstava l\u00e1 o board europeu e apresent\u00e1mos a estrat\u00e9gia que t\u00ednhamos delineado para o mercado portugu\u00eas, com grande sucesso. Aplaudiram-nos, deram-nos esse pr\u00e9mio, que foi a conta do cart\u00e3o, e pass\u00e1mos assim a ser a \u00fanica ag\u00eancia europeia a fazer uma campanha fora do alinhamento internacional. Foi um dos momentos mais marcantes da hist\u00f3ria da Sumo e da minha hist\u00f3ria pessoal. H\u00e1 um antes e um depois do Millennium\u201d, recorda Francisco Leite.<\/p>\n\n\n\n<p>Se at\u00e9 ali, a Sumo \u201cvivia muito da sua rebeldia\u201d, como descreve o diretor-geral da empresa, \u201cdepois de ganho este cliente, a ag\u00eancia tornou-se muito mais exigente e profissional\u201d. Foi tamb\u00e9m o Millennium que permitiu \u00e0 Sumo a internacionaliza\u00e7\u00e3o. Em 2005, Francisco Leite tinha firmado um protocolo com uma empresa angolana que lhe permitiu compor uma carteira de clientes. Ao saber que tamb\u00e9m estavam presentes no mercado angolano, o Millennium atribuiu, em 2006, a conta do Millennium Angola \u00e0 Sumo, que se tornou no seu maior cart\u00e3o-de-visita na \u00c1frica lus\u00f3fona. Foi premiada, em anos consecutivos, pela melhor comunica\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria em Angola, e expandiu-se para Cabo Verde e S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe.<\/p>\n\n\n<blockquote class=\"uk-margin-medium\"><span uk-icon=\"icon: quote-right; ratio: 4.0\"><\/span><h3 class=\"uk-margin-top uk-margin-small-bottom\">Durante a pandemia, n\u00e3o aderimos ao lay-off, n\u00e3o reduzimos a equipa e todos os colaboradores mantiveram o rendimento a 100%.<\/h3><footer><cite>Francisco Leite, diretor-geral da Sumo<\/cite><\/footer><\/blockquote>\n\n\n<div class=\"uk-inline\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/bs\/uploads\/sites\/112\/2022\/09\/Untitled-1-1-1200x630.jpg\" alt=\"A eterna insatisfeita | Neg\u00f3cios com Hist\u00f3ria\" loading=\"lazy\" \/><\/div><p class=\"uk-hidden@s uk-text-small uk-text-muted uk-margin-small-top uk-margin-medium-bottom uk-text-left\"><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A mudan\u00e7a<\/h2>\n\n\n\n<p>Um crescimento assim pedia um espa\u00e7o de trabalho que estivesse \u00e0 altura de todos os feitos alcan\u00e7ados pela Sumo. J\u00e1 n\u00e3o estavam no pequeno apartamento dos primeiros tempos, mas continuavam no Restelo. Um local tranquilo, mas, para Francisco Leite, \u201cmuito afastado dos centros de decis\u00e3o\u201d. Por isso, em 2011, a ag\u00eancia mudou-se para um dos pr\u00e9dios mais emblem\u00e1ticos de Lisboa: o edif\u00edcio Heron Castilho, na Rua Braamcamp.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, a Sumo est\u00e1 localizada na rua Rosa Ara\u00fajo, num novo espa\u00e7o com um novo conceito \u2013 com uma coffe house (Simpli) como front office, onde \u00e9 normal tomar o pequeno almo\u00e7o ou almo\u00e7ar com clientes e parceiros. O local \u00e9 tamb\u00e9m utilizado para fazer v\u00e1rias reuni\u00f5es e ter conversas internas. O espa\u00e7o da Sumo \u00e9 hoje uma continuidade dessa coffee house, num ambiente inspirador, clean e em open space.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 neste espa\u00e7o que Francisco Leite e a equipa trabalham com o mesmo entusiasmo e empenho que tinham os dois jovens amigos, no apartamento por mobilar no Restelo. Porque a ess\u00eancia mant\u00e9m-se e a forma de a Sumo trabalhar reflete isso mesmo.<\/p>\n\n\n\n<p>Equipa que foi mantida integralmente, apesar da pandemia de COVID-19. \u201cFoi duro. Muito duro. Naquele inesquec\u00edvel 13 de mar\u00e7o, reuni a ag\u00eancia e preparei a equipa para uma separa\u00e7\u00e3o f\u00edsica mais longa do que se falava e imaginava na altura\u201d, come\u00e7a por relembrar, prosseguindo: \u201cNos primeiros 3 meses foram-nos cancelados mais de 2.000.000 \u20ac em projetos e eventos. Mas n\u00e3o baix\u00e1mos os bra\u00e7os. Reinventamo-nos, fomos proativos e tivemos a compensa\u00e7\u00e3o de terminar o ano com um saldo positivo. N\u00e3o aderimos ao lay-off, n\u00e3o reduzimos a equipa e todos os colaboradores mantiveram o rendimento a 100%.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 equipa uma nota para Carlos Abreu, o diretor criativo, que tamb\u00e9m se tornou s\u00f3cio da Sumo, \u201cquota atribu\u00edda pelo excelente desempenho aos longo dos mais de 20 anos na ag\u00eancia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o desenvolvimento de uma \u00e1rea de neg\u00f3cio dedicada ao target sub 26 \u2013 a Next, uma forte aposta na \u00e1rea do action marketing e, mais recentemente, no digital, Francisco Leite v\u00ea a Sumo nos pr\u00f3ximos 25 anos, \u201cgarantidamente com a mesma atitude proativa, sempre insatisfeita, muito pr\u00f3xima dos seus clientes e com um esp\u00edrito criativo e de inova\u00e7\u00e3o permanente\u201d.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading\">SUMO<\/h2>\n\n\n\n<p> &#8211; Local: Lisboa<\/p>\n\n\n\n<p> &#8211; Principais clientes: Galp, Millennium bcp, Yamaha, Tabaqueira, Cork Padel, Delta, PlayStation, Altice (Sapo e UZO), Cabo Verde Telecom, Companhia Santomense de Telecomunica\u00e7\u00f5es, Sovena Angola, Ocidental Seguros, Casino da P\u00f3voa.<\/p>\n\n\n\n<p> &#8211; Volume de neg\u00f3cios em 2020: 1.400.000 \u20ac<\/p>\n\n\n\n<p> &#8211; Volume de neg\u00f3cios em 2021: 2.000.000 \u20ac<\/p>\n\n\n\n<p> &#8211; Presen\u00e7a \/Atividade direta em quantos pa\u00edses: 4 (incluindo Portugal)<\/p>\n\n\n\n<p> &#8211; Previs\u00e3o do volume de neg\u00f3cios para 2022: 5.000.000 \u20ac (o melhor ano da Sumo)<\/p>\n\n\n\n<p> &#8211; N.\u00ba de colaboradores: 16<\/p>\n<\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A hist\u00f3ria da Sumo funde-se com a hist\u00f3ria de Francisco Leite. Com um quarto de s\u00e9culo e muitas cartas dadas no mundo da publicidade, esta ag\u00eancia \u00e9 um nome incontorn\u00e1vel no mundo da publicidade e um exemplo de inova\u00e7\u00e3o, perseveran\u00e7a e disponibilidade. Tal como o seu fundador.<\/p>\n","protected":false},"author":29,"featured_media":376,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[52],"class_list":["post-361","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-empresas","tag-sumo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-com-historia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/361","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-com-historia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-com-historia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-com-historia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/29"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-com-historia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=361"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-com-historia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/361\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":382,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-com-historia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/361\/revisions\/382"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-com-historia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/376"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-com-historia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=361"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-com-historia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=361"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-com-historia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=361"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}