{"id":52,"date":"2021-06-30T08:10:40","date_gmt":"2021-06-30T08:10:40","guid":{"rendered":"http:\/\/bs.xl.pt\/negocios-em-portugal\/?p=52"},"modified":"2021-07-06T22:55:56","modified_gmt":"2021-07-06T22:55:56","slug":"cgd-vai-contribuir-para-o-relancamento-economico-do-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-em-portugal\/entrevistas\/cgd-vai-contribuir-para-o-relancamento-economico-do-pais\/","title":{"rendered":"CGD vai contribuir para o relan\u00e7amento econ\u00f3mico do Pa\u00eds"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow\">\n<p><strong>Nome<\/strong> Francisco Cary<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fun\u00e7\u00e3o<\/strong> Administrador executivo da Caixa Geral de Dep\u00f3sitos<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p>Francisco Cary, administrador executivo da Caixa Geral de Dep\u00f3sitos (CGD), fala do papel que o banco quer continuar a desempenhar na transforma\u00e7\u00e3o da economia nacional, ajudando a concretizar os desafios do novo quadro de fundos europeus.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">A conclus\u00e3o do processo de monitoriza\u00e7\u00e3o do plano estrat\u00e9gico 2017-2020 da CGD abre uma nova fase na atua\u00e7\u00e3o da CGD? O que vai mudar?<\/h4>\n\n\n\n<p>O objetivo das medidas contidas no Plano Estrat\u00e9gico 2017-2020 foi o de assegurar a sustentabilidade de longo prazo da CGD e a cria\u00e7\u00e3o de valor para o seu acionista, o Estado portugu\u00eas. Os seus principais pilares foram, em termos globais, cumpridos.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora estejamos muito orgulhosos do que conseguimos no per\u00edodo 2017-2020, n\u00e3o vamos \u201cdescansar sobre os louros\u201d, e o novo Plano Estrat\u00e9gico 2021-2024 ter\u00e1 como grande des\u00edgnio o preservar da posi\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7a da Caixa no sistema financeiro nacional, cada vez mais reconhecida pela excel\u00eancia de servi\u00e7o aos seus clientes, apoiando o desenvolvimento da economia portuguesa e refor\u00e7ando a sustentabilidade do seu modelo de neg\u00f3cio.<\/p>\n\n\n\n<p>Na verdade, a CGD \u00e9 l\u00edder de mercado em v\u00e1rias \u00e1reas de neg\u00f3cio &#8211; nos dep\u00f3sitos, no cr\u00e9dito \u00e0 habita\u00e7\u00e3o, no leasing mobili\u00e1rio, entre outras, mas h\u00e1 \u00e1reas e segmentos em que n\u00e3o o somos e acreditamos que podemos ser e o novo plano estrat\u00e9gico tra\u00e7a os caminhos e iniciativas que queremos implementar para conseguir essa lideran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Que medidas est\u00e3o a delinear para ajudar a aumentar a competitividade da economia nacional?<\/h4>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o fundamental \u00e9 que estamos perante uma grande oportunidade para as empresas portuguesas em termos de ganhos de resili\u00eancia, de aumento da inova\u00e7\u00e3o, e da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica para energias \u201climpas\u201d e transi\u00e7\u00e3o digital, que s\u00e3o os grandes des\u00edgnios deste novo quadro de apoios europeus.<\/p>\n\n\n\n<p>A Caixa ter\u00e1 um papel ativo para ajudar as empresas a concretizarem aqueles desafios no quadro da utiliza\u00e7\u00e3o dos fundos europeus.<\/p>\n\n\n\n<p>Temos um conjunto de setores emergentes para os quais estamos particularmente empenhados em apoiar projetos, mediante uma adequada avalia\u00e7\u00e3o de risco: a transi\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica, a transi\u00e7\u00e3o digital, a bioeconomia, iniciativas ESG (Environmental, Social and Governance), a efici\u00eancia energ\u00e9tica e substitui\u00e7\u00e3o de recursos escassos, a ciberseguran\u00e7a, e projetos de I&amp;D.<\/p>\n\n\n\n<p>Complementarmente, e de forma transversal a todos os setores, tamb\u00e9m estamos empenhados em apoiar projetos de redesenho de modelos de neg\u00f3cio, recomposi\u00e7\u00f5es de cadeias de valor, internacionaliza\u00e7\u00e3o e saltos de escala, parcerias complementares e racionaliza\u00e7\u00e3o de estruturas.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">A pandemia foi tamb\u00e9m um teste \u00e0s empresas portuguesas. Que desafios se colocam \u00e0s empresas nacionais?<\/h4>\n\n\n\n<p>Os desafios que se colocam \u00e0s PME portuguesas est\u00e3o fundamentalmente relacionados com a recupera\u00e7\u00e3o da sua posi\u00e7\u00e3o competitiva para n\u00edveis \u201cpr\u00e9-Covid\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitos clientes, em diversos setores, mudaram de forma estrutural os seus comportamentos por for\u00e7a das restri\u00e7\u00f5es impostas no quadro da pandemia, e as empresas t\u00eam de conseguir lidar com esta nova realidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Para al\u00e9m dos desafios no \u201cp\u00f3s-Covid\u201d, as empresas portuguesas continuar\u00e3o a trabalhar sobre outros que j\u00e1 se faziam sentir anteriormente, nomeadamente a necessidade cont\u00ednua de desenvolvimento das compet\u00eancias de gest\u00e3o, num contexto fortemente, e crescentemente, concorrencial.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Como se est\u00e1 a preparar a CGD para ajudar a responder a esses desafios?<\/h4>\n\n\n\n<p>A CGD vai continuar a dar uma resposta proativa aos efeitos da pandemia nas fam\u00edlias e empresas e continuar a contribuir para o relan\u00e7amento econ\u00f3mico do Pa\u00eds. Promovemos a ades\u00e3o \u00e0 morat\u00f3ria legal, contactando as empresas e apresentando-lhes os benef\u00edcios de ades\u00e3o como forma de defesa de tesouraria. No per\u00edodo entre janeiro de 2020 e abril de 2021, a CGD disponibilizou mais de 15.400 milh\u00f5es de euros em cr\u00e9dito \u00e0 sua base de clientes, dos quais 1.900 milh\u00f5es de euros em Linhas Espec\u00edficas Covid-19 (linhas com garantia m\u00fatua e garantias FEI), e crescemos +14% o saldo de cr\u00e9dito \u00e0s PME em 2020.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2021, continuamos a trabalhar com as empresas em Portugal no sentido de apoiar os seus projetos de investimento e as suas necessidades de tesouraria e de gest\u00e3o do dia a dia, com solu\u00e7\u00f5es integradas e adequadas a cada cliente.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Dadas as circunst\u00e2ncias atuais da evolu\u00e7\u00e3o da pandemia e dos seus efeitos na economia, as morat\u00f3rias para as empresas est\u00e3o a chegar ao fim. Como encara a CGD esta situa\u00e7\u00e3o?<\/h4>\n\n\n\n<p>Com a prud\u00eancia e prepara\u00e7\u00e3o que a situa\u00e7\u00e3o imp\u00f5e. A Caixa \u00e9 um banco de rela\u00e7\u00e3o e de proximidade, tendo mantido ao longo deste per\u00edodo um acompanhamento muito pr\u00f3ximo com os seus clientes empresas. As nossas equipas comerciais t\u00eam estado em permanente contacto com as empresas no sentido de antecipar eventuais dificuldades com o fim das morat\u00f3rias e identificar medidas adicionais, adequadas ao setor em que se enquadram, bem como a novas necessidades de financiamento. Embora a situa\u00e7\u00e3o ainda apresente algumas incertezas, o diagn\u00f3stico que fazemos \u00e9 que o impacto ser\u00e1 menor do que antecip\u00e1vamos no final de 2020 e que o mesmo ser\u00e1 plenamente acomod\u00e1vel pela posi\u00e7\u00e3o de capital da Caixa.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Como se podem minorar os efeitos do fim das morat\u00f3rias nas empresas?<\/h4>\n\n\n\n<p>A Caixa definiu um plano operacional, que passa por um contacto proativo com todas as empresas com morat\u00f3rias a finalizar, com o intuito de evitar e mitigar os efeitos adversos da pandemia, nomeadamente em termos da qualidade da carteira de cr\u00e9dito, antecipando solu\u00e7\u00f5es e dando respostas personalizadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste \u00e2mbito foram definidas diversas medidas para minimiza\u00e7\u00e3o do risco e apoio \u00e0s empresas abrangidas pelas morat\u00f3rias, destacando-se a avalia\u00e7\u00e3o da viabilidade\/solvabilidade dos clientes e a defini\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es de renegocia\u00e7\u00e3o ou reestrutura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Num plano mais geral, e com vista a solu\u00e7\u00f5es sist\u00e9micas, temos participado no grupo de trabalho da APB que tem discutido poss\u00edveis solu\u00e7\u00f5es com o Governo, que contemplam extens\u00e3o de prazos de financiamentos ou morat\u00f3rias nos setores mais afetados pela pandemia, mas necessariamente combinados com um refor\u00e7o das garantias p\u00fablicas ou apoios \u00e0 recapitaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">O efeito desta nova crise foi sentido de forma diferenciada nas empresas, sobretudo as que dependem do mercado interno. Que g\u00e9neros de apoios devem ser criados para ajudar os setores mais afetados pela pandemia?<\/h4>\n\n\n\n<p>O novo quadro comunit\u00e1rio de fundos europeus, em especial o PRR, j\u00e1 representa uma importante resposta de pol\u00edtica econ\u00f3mica da UE para a recupera\u00e7\u00e3o da economia portuguesa e europeia. As solu\u00e7\u00f5es de refor\u00e7o de capitais das empresas s\u00e3o essenciais para que as empresas mantenham a sua solidez e a capacidade para impulsionar a recupera\u00e7\u00e3o, recorrendo ao Banco Portugu\u00eas de Fomento, e utilizando instrumentos tais como fundos de capital de risco, instrumentos de quasi-equity\/mezzanine para empresas (com remunera\u00e7\u00e3o fixa e remunera\u00e7\u00e3o indexada a resultados, eventualmente convert\u00edvel em capital). Em complemento, seria \u00fatil a cria\u00e7\u00e3o de incentivos \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o empresarial que permita \u00e0s nossas pequenas e m\u00e9dias empresas ganhos de escala que reforcem a sua competitividade no quadro europeu.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Que desempenho tiveram os setores exportadores neste per\u00edodo?<\/h4>\n\n\n\n<p>Na \u00faltima d\u00e9cada, as empresas portuguesas aumentaram a sua voca\u00e7\u00e3o exportadora, com forte crescimento (+52% de 2011 a 2019). Esta tend\u00eancia foi interrompida pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p>Diversificar mercados, exportando online e utilizando os mercados digitais de venda de produtos, faz parte do caminho a seguir pelos exportadores portugueses, para desenvolver e acelerar plataformas digitais de aprendizagem e de transfer\u00eancia do conhecimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante todo este per\u00edodo de pandemia, a Caixa esteve sempre ao lado das empresas exportadoras, com solu\u00e7\u00f5es digitais para que o neg\u00f3cio n\u00e3o parasse: realiz\u00e1mos a 1\u00aa opera\u00e7\u00e3o document\u00e1ria de com\u00e9rcio externo 100% digital em Portugal, em plataforma internacional de trade finance (maio 2020), temos mais de 60% das opera\u00e7\u00f5es document\u00e1rias de com\u00e9rcio externo realizadas em canal digital, e estamos a refor\u00e7ar a nossa presen\u00e7a no segmento, aumentando a nossa quota de mercado nas opera\u00e7\u00f5es document\u00e1rias de com\u00e9rcio externo \u2013 no primeiro trimestre deste ano, a varia\u00e7\u00e3o hom\u00f3loga da produ\u00e7\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es document\u00e1rias na nossa rede empresas foi superior a 160%.<\/p>\n\n\n\n<p>Na recupera\u00e7\u00e3o, as exportadoras ter\u00e3o, de novo, um importante papel.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">A grande procura existente na linha para as empresas exportadoras, em que a Caixa distribuiu a totalidade do plafond que lhe foi disponibilizado pelo Banco Portugu\u00eas de Fomento (BPF), \u00e9 um bom indicador da vitalidade das empresas exportadoras. Que produtos est\u00e1 a CGD a preparar para aproveitar esta din\u00e2mica das empresas exportadoras?<\/h4>\n\n\n\n<p>Recentemente lan\u00e7\u00e1mos a Linha Caixa Investe Greenland, com foco no financiamento sustent\u00e1vel e no apoio de fundo de maneio e investimento, bem como o Caixa Invest Tesouraria sob a forma de contas-correntes.<\/p>\n\n\n\n<p>Procurando cobrir diferentes dimens\u00f5es de mercado, designadamente apoiar empresas recentemente criadas atrav\u00e9s da Linha Caixa Invest Start, estamos a lan\u00e7ar uma nova linha, a Caixa BEI 2021, com cobertura de risco de 75% do BEI, para apoiar as empresas multissetoriais e de maior dimens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">\u00c9 poss\u00edvel ter uma economia competitiva cumprindo as metas ambientais propostas pela Comiss\u00e3o Europeia?<\/h4>\n\n\n\n<p>As altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e a degrada\u00e7\u00e3o do ambiente representam uma amea\u00e7a para a Europa e para todo o mundo. Para ultrapassar estes desafios e concretizar uma economia eficiente na utiliza\u00e7\u00e3o dos recursos, o Pacto Ecol\u00f3gico Europeu transformar\u00e1 a Uni\u00e3o Europeia (UE) numa economia moderna e competitiva.<\/p>\n\n\n\n<p>O Pacto Ecol\u00f3gico Europeu tamb\u00e9m faz parte do apoio para ultrapassar a pandemia de Covid-19. O Pacto Ecol\u00f3gico Europeu ser\u00e1 financiado por&nbsp;um ter\u00e7o&nbsp;dos&nbsp;1,8&nbsp;bili\u00f5es de euros&nbsp;de investimentos do Plano de Recupera\u00e7\u00e3o do Next Generation EU e pelo or\u00e7amento da UE para sete anos.<\/p>\n\n\n\n<p>E o setor financeiro deve, e vai, contribuir para acelerar este processo atrav\u00e9s da reorienta\u00e7\u00e3o dos capitais privados para investimentos mais sustent\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Est\u00e3o preparados para ajudar a financiar essa transi\u00e7\u00e3o?<\/h4>\n\n\n\n<p>Sim, a Caixa est\u00e1 preparada e tem o objetivo de apoiar a transi\u00e7\u00e3o da sociedade para uma economia de baixo carbono. Inclusivamente, em 2019, a Caixa assinou a Carta de Compromisso para o Financiamento Sustent\u00e1vel em Portugal, com o objetivo de acelerar o financiamento sustent\u00e1vel e de exponenciar novas oportunidades para a economia sob o paradigma das metas assumidas pelo Pa\u00eds no Acordo de Paris e para a neutralidade carb\u00f3nica em 2050.<\/p>\n\n\n\n<p>A estrat\u00e9gia de sustentabilidade tra\u00e7ada pela Caixa implica que sejamos capazes de identificar as empresas que est\u00e3o a promover abordagens de crescimento sustent\u00e1vel. Para isso, a Caixa desenvolveu um sistema interno de rating ESG, que j\u00e1 se encontra aplicado a cerca de 280.000 empresas clientes, com uma criteriosa escolha de indicadores e que permite definir, empresa a empresa, estrat\u00e9gias de financiamento sustent\u00e1vel, permitindo \u00e0 Caixa identificar e abordar quais os clientes que investem na transi\u00e7\u00e3o para modelos de neg\u00f3cio ou produtos ambientalmente e socialmente respons\u00e1veis, apoiando a transi\u00e7\u00e3o global para uma economia sustent\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">A CGD est\u00e1 a desenvolver, em parceria com a Cofina, o projeto Neg\u00f3cios em Portugal. Pode explicar no que consiste esta iniciativa?<\/h4>\n\n\n\n<p>Vamos promover os clusters de competitividade dirigidos a associa\u00e7\u00f5es empresariais, entidades p\u00fablicas e empresas convidadas a associarem-se a este projeto. S\u00e3o 18 clusters que abrangem as mais diferentes \u00e1reas: aeron\u00e1utica, espa\u00e7o, defesa; arquitetura, engenharia e constru\u00e7\u00e3o; agroalimentar; autom\u00f3vel; cal\u00e7ado e moda; ind\u00fastrias da fileira de moldes, ferramentas especiais; ferrovia; habitat sustent\u00e1vel; sa\u00fade; mar; recursos minerais; petroqu\u00edmica, qu\u00edmica, industrial e refina\u00e7\u00e3o; tecnologias de produ\u00e7\u00e3o; tecnologia e moda; tecnologias de informa\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o e eletr\u00f3nica; vinha e vinho.<\/p>\n\n\n\n<p>O objetivo da iniciativa \u00e9 que estes clusters possam projetar a sua voz, amplificando os temas que lhes s\u00e3o priorit\u00e1rios, as suas necessidades e os desafios que enfrentam.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Que objetivos pretendem alcan\u00e7ar com esta iniciativa?<\/h4>\n\n\n\n<p>A Caixa, como promotora do Neg\u00f3cios em Portugal, pretende, por um lado, real\u00e7ar a qualidade dos produtos made in Portugal, e, por outro, alertar o mercado para a import\u00e2ncia de os valorizar, tendo em considera\u00e7\u00e3o que esta escolha impactar\u00e1 a ind\u00fastria portuguesa e trar\u00e1 mais-valias \u00fanicas para a economia nacional. Apoiar a ind\u00fastria e as empresas portuguesas \u00e9 apoiar o nosso pa\u00eds, e \u00e9 isso que, na Caixa fazemos e queremos continuar a fazer.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O banco vai continuar a trabalhar com as empresas em Portugal apoiando projetos de investimento, as necessidades de tesouraria e de gest\u00e3o do dia a dia, com solu\u00e7\u00f5es integradas e adequadas a cada cliente<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":55,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"single-for_entrevista.php","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[43,16,49,52,46,40],"class_list":["post-52","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-entrevistas","tag-cgd","tag-clusters-de-competitividade","tag-competititividade","tag-economia","tag-francisco-cary","tag-negocios-em-portugal"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-em-portugal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-em-portugal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-em-portugal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-em-portugal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-em-portugal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=52"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-em-portugal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":136,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-em-portugal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52\/revisions\/136"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-em-portugal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/55"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-em-portugal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=52"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-em-portugal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=52"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/negocios-em-portugal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=52"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}