{"id":487,"date":"2022-05-13T17:25:51","date_gmt":"2022-05-13T17:25:51","guid":{"rendered":"https:\/\/bs.xl.pt\/pensar-o-futuro\/?p=487"},"modified":"2025-01-21T15:30:47","modified_gmt":"2025-01-21T15:30:47","slug":"pensar-maior-por-uma-longa-vida-e-com-qualidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bs.xl.pt\/pensar-o-futuro\/vida-e-poupanca\/pensar-maior-por-uma-longa-vida-e-com-qualidade\/","title":{"rendered":"Pensar Maior: por uma (longa) vida e com qualidade"},"content":{"rendered":"\n<p>A esperan\u00e7a m\u00e9dia de vida tem vindo sempre a aumentar, um facto que levanta in\u00fameros desafios \u00e0 sociedade, nomeadamente no desenvolvimento de solu\u00e7\u00f5es de prote\u00e7\u00e3o e assist\u00eancia. Hoje, mais do que nunca, importa debater o qu\u00e3o essencial \u00e9 acompanhar uma popula\u00e7\u00e3o que viver\u00e1 mais anos, mas estar\u00e1 igualmente sujeita a maior vulnerabilidade e depend\u00eancia, e em que cuidados espec\u00edficos, nomeadamente na \u00e1rea da sa\u00fade, s\u00e3o fulcrais. Porque agora n\u00e3o s\u00f3 queremos viver mais, como queremos qualidade de vida. Para assistir a interven\u00e7\u00f5es e debates sobre estes temas, o grande audit\u00f3rio do Convento de S\u00e3o Francisco, em Coimbra, ficou repleto ao receber colaboradores, corretores, mediadores e parceiros da Fidelidade, acompanhados por uma numerosa audi\u00eancia em streaming.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Uma vis\u00e3o sobre a longevidade<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O ramo Vida representa 54% da fatura\u00e7\u00e3o da Fidelidade. Deste valor, 93% s\u00e3o concretizados em Portugal e 90% em Vida Financeira. Ou seja, \u00e9 uma \u00e1rea de atividade que a companhia acarinha at\u00e9 pela import\u00e2ncia que tem para a empresa, disse na abertura do evento Ant\u00f3nio Sousa Noronha, da Comiss\u00e3o Executiva da Fidelidade. \u201c\u00c9 uma \u00e1rea que temos de ter sempre sob observa\u00e7\u00e3o\u201d, comentou.<\/p>\n\n\n\n<p>O executivo abordou na sua interven\u00e7\u00e3o tr\u00eas pilares fundamentais: a sustentabilidade, a responsabilidade social e a longevidade. \u201cAs empresas devem devolver \u00e0 sociedade o que a sociedade lhes d\u00e1, nomeadamente aos mais sens\u00edveis e carenciados\u201d, afirmou. Na longevidade, tema que no entender de Ant\u00f3nio Sousa Noronha \u00e9 o mais complicado de administrar, o executivo salientou \u201cque todos gostamos de viver mais e gozar a vida, com equil\u00edbrio e sustentabilidade, mas isso levanta uma quest\u00e3o: como gerimos a longevidade?\u201d. E \u00e9 aqui, para precisamente lidar com esta pergunta e consequente resposta, que Ant\u00f3nio Sousa Noronha n\u00e3o tem d\u00favida de que \u201ca Fidelidade tem de estar presente\u201d.<\/p>\n\n\n<blockquote class=\"uk-margin-medium\"><span uk-icon=\"icon: quote-right; ratio: 4.0\"><\/span><h3 class=\"uk-margin-top uk-margin-small-bottom\">Todos gostamos de viver mais e gozar a vida, com equil\u00edbrio e sustentabilidade, mas isso levanta uma quest\u00e3o: como gerimos a longevidade?<\/h3><footer><cite>Ant\u00f3nio Sousa Noronha<\/cite><\/footer><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Para falar da Vida Risco subiu ao palco Laurentina Caldeira. Reportando dados de mar\u00e7o, a diretora anunciou que a Fidelidade est\u00e1 a crescer 8%, enquanto o mercado decresce 1%. H\u00e1 pouco mais de dois meses na dire\u00e7\u00e3o desta \u00e1rea, Laurentina Caldeira mostrou-se particularmente sens\u00edvel \u00e0 necessidade de continuar a inovar na Vida Risco. <strong>\u201c<\/strong>E vamos continuar a inovar. Mas hoje j\u00e1 fazemos a diferen\u00e7a, nomeadamente nas coberturas que oferecemos, na aposta na preven\u00e7\u00e3o, porque temos menos exclus\u00f5es, e porque estamos apostados em digitalizar toda a jornada dos nossos clientes e dos nossos parceiros.\u201dComo exemplos de oferta diferenciadora, a diretora mencionou o Prote\u00e7\u00e3o Vital da Fam\u00edlia e o Prote\u00e7\u00e3o Vital 65+. Ambos s\u00e3o produtos que materializam a necessidade de assist\u00eancia e acompanhamento do cliente face ao aumento da esperan\u00e7a m\u00e9dia de vida.<\/p>\n\n\n<blockquote class=\"uk-margin-medium\"><span uk-icon=\"icon: quote-right; ratio: 4.0\"><\/span><h3 class=\"uk-margin-top uk-margin-small-bottom\">J\u00e1 fazemos a diferen\u00e7a, nomeadamente nas coberturas que oferecemos, na aposta na preven\u00e7\u00e3o, porque temos menos exclus\u00f5es, e porque estamos apostados em digitalizar toda a jornada dos nossos clientes e dos nossos parceiros.<\/h3><footer><cite>Laurentina Caldeira<\/cite><\/footer><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Na sua interven\u00e7\u00e3o, Maria Jo\u00e3o Carvalho, da dire\u00e7\u00e3o de marketing e clientes, salientou os mais de 30% de crescimento nas vendas destes produtos no primeiro trimestre. Cristina Martins, da dire\u00e7\u00e3o Vida Risco, classificou esta jornada como sendo de \u201csucesso\u201d, de \u201cuma oferta que quase dispensa apresenta\u00e7\u00f5es, j\u00e1 que s\u00e3o produtos muito conhecidos e trabalhados pela rede de parceiros\u201d. S\u00e3o, sobretudo, produtos que se adaptam a v\u00e1rias realidades, fam\u00edlias e faixas et\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A perspetiva da distribui\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O evento continuou, dando voz aos parceiros. Maria Jo\u00e3o Gon\u00e7alves, diretora de marketing da Caixa Geral de Dep\u00f3sitos, Carlos Paix\u00e3o, da Paix\u00e3o Seguros, e Cristina Rodrigues, da dire\u00e7\u00e3o Comercial Banca da Fidelidade, foram moderados na sua conversa por Nuno Clemente, diretor-geral Comercial da Fidelidade, num painel que se focou nos produtos de vida financeiros na perspetiva da distribui\u00e7\u00e3o. No debate, ficou patente que os seguros financeiros t\u00eam um papel muito importante na resposta \u00e0s necessidades de poupan\u00e7a e investimento da sociedade. \u201cA Fidelidade \u00e9 l\u00edder deste mercado, tendo gerado no \u00faltimo ano mais de 2,1 mil milh\u00f5es de euros em volume de pr\u00e9mios em produtos financeiros, o que equivale a 31% de quota de mercado\u201d, revelou o moderador. Maria Jo\u00e3o Gon\u00e7alves destacou a vasta e completa oferta da Caixa Geral de Dep\u00f3sitos em produtos de poupan\u00e7a investimento, sendo l\u00edder nos dep\u00f3sitos e fundos de investimento. Neste contexto, os produtos da Fidelidade t\u00eam, no seu entender, um papel muito importante, n\u00e3o s\u00f3 no n\u00famero de clientes, mas tamb\u00e9m no montante aplicado. \u201cA Caixa terminou o ano de 2021 com uma carteira de 7,6 mil milh\u00f5es de euros de investimento de clientes em seguros financeiros e PPR, o que demonstra a dimens\u00e3o e a import\u00e2ncia desta linha no conjunto de produtos de poupan\u00e7a investimento.\u201d<\/p>\n\n\n<blockquote class=\"uk-margin-medium\"><span uk-icon=\"icon: quote-right; ratio: 4.0\"><\/span><h3 class=\"uk-margin-top uk-margin-small-bottom\">A Fidelidade \u00e9 l\u00edder deste mercado, tendo gerado no \u00faltimo ano mais de 2,1 mil milh\u00f5es de euros em volume de pr\u00e9mios em produtos financeiros, o que equivale a 31% de quota de mercado.<\/h3><footer><cite>Nuno Clemente<\/cite><\/footer><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Na sua interven\u00e7\u00e3o, Carlos Paix\u00e3o, da Paix\u00e3o Seguros, falou nos novos desafios, nomeadamente na responsabilidade que os mediadores t\u00eam para com os clientes, fruto da estreita rela\u00e7\u00e3o que com eles mant\u00eam, para al\u00e9m da literacia que os novos produtos, mais exigentes, requerem. Desafio que Carlos Paix\u00e3o admite encarar com particular interesse. J\u00e1 Cristina Rodrigues, da dire\u00e7\u00e3o Comercial Banca da Fidelidade, focou a interven\u00e7\u00e3o em tr\u00eas pilares que, de resto, j\u00e1 tinham sido salientados pelos convidados: a oferta, que tem de responder \u00e0s necessidades de poupan\u00e7a e investimento; a proximidade, at\u00e9 pela complexidade e grau de especializa\u00e7\u00e3o de alguns produtos; e a operativa e ferramentas de apoio, elementos que, em conjunto com os distribuidores, \u201cest\u00e3o a ser repensados no sentido de identificar oportunidades de simplificar, sempre no estrito cumprimento das regras\u201d, garantiu Cristina Rodrigues.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A import\u00e2ncia da literacia financeira<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A import\u00e2ncia de poupar, e, sobretudo, de n\u00e3o adiar a poupan\u00e7a, foi o foco da interven\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Miguel Matos, da Fidelidade, numa conversa sobre literacia financeira. Um tema no qual esta companhia de seguros admite ter responsabilidade acrescida, como mencionou Jo\u00e3o Martins, da dire\u00e7\u00e3o do neg\u00f3cio Vida Financeiros, que moderou este debate. Na sua interven\u00e7\u00e3o, Jo\u00e3o Miguel Matos salientou o facto de esta poupan\u00e7a n\u00e3o ter propriamente de ser muito grande ou de valores avultados. \u201cA poupan\u00e7a pode come\u00e7ar por pequenos valores, de 10 ou 20 euros\u201d, enfatizou. Ariana Nunes, fundadora do Canal Renda Maior no YouTube, um dos maiores canais de investimentos e educa\u00e7\u00e3o financeira em Portugal, abordou o desafio de \u201cchegar\u201d \u00e0s pessoas. No entender desta divulgadora, h\u00e1 uma necessidade de aprender a trabalhar o dinheiro, j\u00e1 que, regra geral, se trabalha para o ganhar mas depois parece haver uma despreocupa\u00e7\u00e3o<strong>. <\/strong>\u201cAt\u00e9 por algum receio do financ\u00eas\u201d, disse no evento. \u201cAs pessoas acabam por enterrar a cabe\u00e7a na areia e ignorar o tratamento do dinheiro. Devemos ter um or\u00e7amento, fazer as nossas escolhas e, acima de tudo, saber p\u00f4r o dinheiro a trabalhar para n\u00f3s\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n<blockquote class=\"uk-margin-medium\"><span uk-icon=\"icon: quote-right; ratio: 4.0\"><\/span><h3 class=\"uk-margin-top uk-margin-small-bottom\">H\u00e1 uma necessidade de aprender a trabalhar o dinheiro, j\u00e1 que, regra geral, se trabalha para o ganhar mas depois parece haver uma despreocupa\u00e7\u00e3o.<\/h3><footer><cite>Ariana Nunes<\/cite><\/footer><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Gon\u00e7alo Vieira Luz, professor de Finan\u00e7as da Nova SBE, abordou a import\u00e2ncia do papel das universidades e institui\u00e7\u00f5es de ensino na cultura financeira. Na opini\u00e3o deste especialista, este \u201cproblema\u201d devia ser combatido na base. Ou seja, no ensino b\u00e1sico ou preparat\u00f3rio, onde deviam ser j\u00e1 introduzidos nos programas os conceitos mais simples de literacia financeira. E deu como exemplos: \u201cCoisas sem grandes complexidades ou que requeiram algum conhecimento de matem\u00e1tica. Mas antes conceitos como or\u00e7amento (gastar menos do que se recebe), poupan\u00e7a ou cr\u00e9dito.\u201d Temas que n\u00e3o compreende como n\u00e3o fazem parte do ensino. Seria algo que a longo prazo poderia ajudar a tirar Portugal da lideran\u00e7a da lista dos pa\u00edses europeus com menos literacia financeira.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A vis\u00e3o dos riscos macroecon\u00f3micos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Coube a Lu\u00eds Marinho, da dire\u00e7\u00e3o Investimentos, abrir a segunda parte deste evento. Este analista e gestor de carteiras de a\u00e7\u00f5es deu aos presentes o contexto macroecon\u00f3mico atual. 2022 come\u00e7ou assombrado por tr\u00eas riscos, nomeadamente a infla\u00e7\u00e3o, a invas\u00e3o de um pa\u00eds europeu e a pandemia de covid-19, cujas repercuss\u00f5es ainda se fazem sentir. \u201cTudo isto somado pode trazer um quarto risco: recess\u00e3o\u201d, alertou Lu\u00eds Marinho. No entanto, o analista admite que h\u00e1 todo um enquadramento econ\u00f3mico resiliente, nomeadamente pelo facto de haver indicadores avan\u00e7ados de atividade em n\u00edveis saud\u00e1veis de expans\u00e3o, para al\u00e9m de os dados do mercado de trabalho serem favor\u00e1veis. Mencionou ainda que o sistema banc\u00e1rio est\u00e1 \u201ccapitalizado e s\u00f3lido\u201d e \u201cas pol\u00edticas monet\u00e1rias acomodat\u00edcias e favor\u00e1veis ao crescimento econ\u00f3mico\u201d.<\/p>\n\n\n<div class=\"uk-position-relative uk-visible-toggle uk-light\" tabindex=\"-1\" data-uk-slideshow>\n<ul class=\"uk-slideshow-items\">\n<li>\n<img decoding=\"async\" id=\"496\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/bs\/uploads\/sites\/86\/2022\/05\/220504sh399-1-scaled.jpg\" alt=\"\" data-uk-cover \/>\n<\/li>\n<li>\n<img decoding=\"async\" id=\"499\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/bs\/uploads\/sites\/86\/2022\/05\/220504sh407-1-scaled.jpg\" alt=\"\" data-uk-cover \/>\n<\/li>\n<li>\n<img decoding=\"async\" id=\"502\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/bs\/uploads\/sites\/86\/2022\/05\/220504sh423-1-scaled.jpg\" alt=\"\" data-uk-cover \/>\n<\/li>\n<li>\n<img decoding=\"async\" id=\"508\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/bs\/uploads\/sites\/86\/2022\/05\/220504sh449-1-scaled.jpg\" alt=\"\" data-uk-cover \/>\n<\/li>\n<li>\n<img decoding=\"async\" id=\"520\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/bs\/uploads\/sites\/86\/2022\/05\/220504sh465-scaled.jpg\" alt=\"\" data-uk-cover \/>\n<\/li>\n<li>\n<img decoding=\"async\" id=\"514\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/bs\/uploads\/sites\/86\/2022\/05\/220504sh472-scaled.jpg\" alt=\"\" data-uk-cover \/>\n<\/li>\n<li>\n<img decoding=\"async\" id=\"517\" src=\"https:\/\/cdn.xl.pt\/bs\/uploads\/sites\/86\/2022\/05\/220504sh482-scaled.jpg\" alt=\"\" data-uk-cover \/>\n<\/li>\n<\/ul>\n<a class=\"uk-position-center-left uk-position-small uk-hidden-hover\" href=\"#\" uk-slidenav-previous uk-slideshow-item=\"previous\"><\/a>\n<a class=\"uk-position-center-right uk-position-small uk-hidden-hover\" href=\"#\" uk-slidenav-next uk-slideshow-item=\"next\"><\/a>\n<div class=\"uk-position-bottom-center uk-position-small uk-text-center\">\n<ul class=\"uk-slideshow-nav uk-dotnav uk-flex-center uk-margin\">\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Pensar a longevidade<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Para debater o tema longevidade, sentaram-se \u201c\u00e0 mesa\u201d Pedro L\u00f3pez-Guerrero, da Santaluc\u00eda, Luiz Bueno, da Swiss Re, e Daniel Riscado, do Center for Transformation da Fidelidade, para uma conversa moderada por Jos\u00e9 Villa de Freitas, da dire\u00e7\u00e3o de Marketing e Clientes, e o grande anfitri\u00e3o do evento. \u201cO segmento s\u00e9nior forma parte dos assuntos priorit\u00e1rios da Santaluc\u00eda\u201d, disse em Coimbra Pedro L\u00f3pez-Guerrero, que considera esta \u00e1rea de neg\u00f3cio como uma oportunidade. Hoje, a empresa tem uma carteira de sete milh\u00f5es de clientes, dos quais uma interessante percentagem tem mais de 65 anos, \u201cpessoas que est\u00e3o connosco h\u00e1 muitos anos\u201d. Conv\u00e9m salientar que a Santaluc\u00eda \u00e9 uma estrutura centen\u00e1ria. \u201cSentimos a obriga\u00e7\u00e3o de responder \u00e0s necessidades destas pessoas porque s\u00e3o nossos clientes desde sempre. Temos de os acompanhar em todas as etapas.\u201d<\/p>\n\n\n<blockquote class=\"uk-margin-medium\"><span uk-icon=\"icon: quote-right; ratio: 4.0\"><\/span><h3 class=\"uk-margin-top uk-margin-small-bottom\">A Fidelidade tem estado no terreno com as pessoas e com a sua rede de cuidadores, com um papel tipicamente assumido pela fam\u00edlia.<\/h3><footer><cite>Daniel Riscado<\/cite><\/footer><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Luiz Bueno, da Swiss Re, que come\u00e7ou por focar que \u201cpensar maior \u00e9 pensar juntos\u201d, admite que o tema longevidade tem de ser tratado em tr\u00eas esferas: consciencializa\u00e7\u00e3o, precifica\u00e7\u00e3o, e rede de apoio e presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os. Na sua interven\u00e7\u00e3o, Daniel Riscado, do Center for Transformation da Fidelidade, real\u00e7ou que o grupo est\u00e1 a olhar para a longevidade e envelhecimento no sentido de aportar qualidade a essa etapa de vida. Uma jornada que Daniel Riscado diz estar a ser de grande aprendizagem, at\u00e9 porque este centro tem estado no terreno \u201ccom as pessoas e com a sua rede de cuidadores, com um papel tipicamente assumido pela fam\u00edlia\u201d afirmou. Um envolvimento materializado, por exemplo, no Al\u00f4, um produto desenhado precisamente para seniores.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Os desafios da poupan\u00e7a<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A voz \u00e9-nos amplamente familiar. Pedro Andersson, do programa \u201cContas-poupan\u00e7a\u201d, da SIC, foi o keynote speaker deste evento dedicado \u00e0 vida e \u00e0 poupan\u00e7a. Licenciado em Comunica\u00e7\u00e3o Social, admite que em casa nunca ningu\u00e9m lhe falou de dinheiro. \u201cQuando precisava de alguma coisa, os meus pais compravam-me.\u201d Ali\u00e1s, Pedro Andersson considera que, em Portugal, falar de dinheiro \u00e9 tabu, uma fonte de problemas e n\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n<blockquote class=\"uk-margin-medium\"><span uk-icon=\"icon: quote-right; ratio: 4.0\"><\/span><h3 class=\"uk-margin-top uk-margin-small-bottom\">Em Portugal, falar de dinheiro \u00e9 tabu, uma fonte de problemas e n\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es.<\/h3><footer><cite>Pedro Andersson<\/cite><\/footer><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Dando sempre o seu caso como exemplo, o comunicador explica que ganhou particular sensibilidade para a \u00e1rea financeira quando viu a sua presta\u00e7\u00e3o de casa praticamente duplicar em 2008 com a subida da Euribor. Foi a\u00ed que teve a certeza de que uma fam\u00edlia tem de ser encarada como uma empresa: tem de dar lucro. Ou seja, \u201cas despesas t\u00eam de ser menores do que o rendimento\u201d. Al\u00e9m disso, ganhar muito dinheiro n\u00e3o quer dizer que se saiba geri-lo, comentou. \u201cCulturalmente, n\u00e3o damos valor ao nosso dinheiro\u201d, salientou. Como resumo, o contador de hist\u00f3rias diz que \u00e9 preciso investir para colher frutos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O caminho: agiliza\u00e7\u00e3o, simplifica\u00e7\u00e3o, automatiza\u00e7\u00e3o e digitaliza\u00e7\u00e3o<\/strong> <\/h2>\n\n\n\n<p>Para Jos\u00e9 Eduardo Bonito, da dire\u00e7\u00e3o neg\u00f3cio Vida Financeiros, a reflex\u00e3o n\u00e3o chega. \u201cAndamos h\u00e1 anos a faz\u00ea-lo\u201d, disse \u00e0 plateia. Tamb\u00e9m n\u00e3o veio a Coimbra fazer um diagn\u00f3stico. \u201cO que venho aqui apresentar \u00e9 o caminho que estamos a fazer. Temos de passar das palavras aos atos. Temos esta responsabilidade n\u00e3o s\u00f3 pela \u2018casa\u2019 onde estamos, que \u00e9 l\u00edder do mercado, mas perante os nossos clientes e mesmo sociedade.\u201d O especialista falou em sustentabilidade e literacia financeira e na necessidade de formar os professores para que eles, por sua vez, consigam transmitir de forma correta a mensagem aos alunos. \u201cO conhecimento gera confian\u00e7a e a confian\u00e7a gera a\u00e7\u00e3o\u201d, disse.<\/p>\n\n\n<blockquote class=\"uk-margin-medium\"><span uk-icon=\"icon: quote-right; ratio: 4.0\"><\/span><h3 class=\"uk-margin-top uk-margin-small-bottom\">O dinheiro n\u00e3o \u00e9 nosso, \u00e9 dos nossos clientes. Mas temos de o tratar como nosso.<\/h3><footer><cite>Jos\u00e9 Eduardo Bonito<\/cite><\/footer><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Como agente econ\u00f3mico relevante no mercado, Jos\u00e9 Eduardo Bonito n\u00e3o tem d\u00favida de que a Fidelidade tem um papel preponderante neste processo de educa\u00e7\u00e3o, para al\u00e9m de uma responsabilidade fiduci\u00e1ria. \u201cO dinheiro n\u00e3o \u00e9 nosso, \u00e9 dos nossos clientes. Mas temos de o tratar como nosso.\u201d Para o diretor, o caminho passa por conceitos como agiliza\u00e7\u00e3o, simplifica\u00e7\u00e3o, automatiza\u00e7\u00e3o e digitaliza\u00e7\u00e3o, assim como por servi\u00e7os de qualidade e proximidade. Uma comunica\u00e7\u00e3o simples e clara foi ainda apontada como um caminho a seguir.<\/p>\n\n\n<div class=\"uk-margin-medium\"><iframe width=\"1280\" height=\"720\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/EEc954fSp4U?showinfo=0\" frameborder=\"0\" allowfullscreen data-uk-responsive loading=\"lazy\" referrerpolicy=\"no-referrer-when-downgrade\" title=\"\"><\/iframe><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Para finalizar: os compromissos Fidelidade<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O evento finalizou com os compromissos da Fidelidade, partilhados precisamente por Jos\u00e9 Eduardo Bonito e Laurentina Caldeira. Compromissos esses que, na Vida Risco, s\u00e3o baseados na inova\u00e7\u00e3o da oferta, na preven\u00e7\u00e3o, na proximidade \u00e0 rede comercial, digitaliza\u00e7\u00e3o das jornadas e, para finalizar, na sustentabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Vida Financeira, os compromissos s\u00e3o no foco nos clientes e parceiros, assim como numa cultura de transpar\u00eancia e confian\u00e7a, quer econ\u00f3mica quer relacional. A inova\u00e7\u00e3o vai igualmente continuar a estar presente, acompanhada com produtos simples e abrangentes, por forma a ser atingido um servi\u00e7o de excel\u00eancia. \u201cE, claro, fazer acontecer. \u00c9 muito importante fazer acontecer o que andamos a refletir h\u00e1 anos\u201d, afirmou Jos\u00e9 Eduardo Bonito. A fechar o dia, e porque Coimbra assim o \u201cexige\u201d, o encerramento pediu sil\u00eancio porque se cantou o fado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 um facto que hoje vivemos mais anos, o que aporta novos desafios a uma sociedade que quer manter a qualidade de vida na \u00faltima etapa da exist\u00eancia. Mas para cumprir esse objetivo, h\u00e1 que se ir preparando durante toda a jornada da vida. Foi precisamente esse caminho que foi debatido em Coimbra, na terceira etapa da iniciativa Pensar Maior Fidelidade, desta vez dedicada \u00e0 vida e \u00e0 poupan\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"author":29,"featured_media":523,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[14],"tags":[310,142,145,148,127,139,124,136,151,35,133],"class_list":["post-487","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-vida-e-poupanca","tag-310","tag-antonio-sousa-noronha","tag-ariana-nunes","tag-daniel-riscado","tag-jose-eduardo-bonito","tag-laurentina-caldeira","tag-negocio-vida-financeiro-da-fidelidade","tag-nuno-clemente","tag-pedro-andersson","tag-pensar-maior","tag-poupanca"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/pensar-o-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/487","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/pensar-o-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/pensar-o-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/pensar-o-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/users\/29"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/pensar-o-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=487"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/pensar-o-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/487\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":532,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/pensar-o-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/487\/revisions\/532"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/pensar-o-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/media\/523"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/pensar-o-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=487"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/pensar-o-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=487"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bs.xl.pt\/pensar-o-futuro\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=487"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}